Feminismo e classismo: memórias, relações e disputas no Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
O presente trabalho tem por objetivo compreender como o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) tem abordado a temática específica para as mulheres em suas propostas e ações apresentadas à categoria. A metodologia utilizada, nesta pesquisa de mestrado, é a análise...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/6125 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/6125 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO Sindicalismo docente Feminismo Classismo Teaching syndicalism Feminism Classicism |
| Resumo: | O presente trabalho tem por objetivo compreender como o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) tem abordado a temática específica para as mulheres em suas propostas e ações apresentadas à categoria. A metodologia utilizada, nesta pesquisa de mestrado, é a análise documental dos materiais produzidos pelo Sind-UTE/MG (teses congressuais, cartas, relatórios, cartilhas e jornais). Neste estudo, o olhar está voltado para algumas questões norteadoras: De que maneira este sindicato tem abordado, em seus documentos, a opressão de gênero e a exploração de classe? Há uma preocupação deste sindicato em atender demandas específicas para as mulheres trabalhadoras em suas propostas e ações? Para isso, nos apropriamos teoricamente de autoras feministas, que abordam a perspectiva classista, principalmente Heleieth Saffioti, Cecíclia Toledo, Mirla Cisne, Zuleika Alambert. O trabalho está organizado em três capítulos. No primeiro, debatemos a opressão à mulher numa perspectiva histórica. Este estudo é embasado nas pesquisas antropológicas e relacionamos essa discussão à feminização do magistério. No segundo, traçamos um apanhado histórico sobre a situação da mulher na sociedade capitalista e as diversas ondas do movimento feminista. No terceiro capítulo discutimos as questões específicas acerca do Sind-UTE/MG, trazendo a análise das teses apresentadas nos Congressos do sindicato, sendo o primeiro realizado em 1991 e o ultimo em 2015, e entrevista com duas militantes do movimento sindical. Por fim, tecemos as considerações. |
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