Effects of biochar on in vitro ruminal fermentation of beef cattle diets
O objetivo foi avaliar os efeitos do biocarvão na fermentação ruminal, produção de metano e degradação in vitro em dietas de bovinos de corte tropicais com alto ou baixo teor de forragem e comparar com aditivos que já estão sendo utilizados. Os efeitos foram avaliados em três estudos diferentes: I)...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/50108 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/50108 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Zootecnia Biocarvão Fermentação ruminal Metano Monensina Nitrato Biocarbon Methane Monensin Nitrate |
| Sumario: | O objetivo foi avaliar os efeitos do biocarvão na fermentação ruminal, produção de metano e degradação in vitro em dietas de bovinos de corte tropicais com alto ou baixo teor de forragem e comparar com aditivos que já estão sendo utilizados. Os efeitos foram avaliados em três estudos diferentes: I) Determinação do nível de inclusão do biocarvão; II) Comparação dos efeitos do biocarvão com monensina e nitrato na fermentação ruminal e produção de gases in vitro; III) Comparação dos efeitos do biocarvão com monensina e nitrato na digestibilidade in vitro. Foram cinco tratamentos para o estudo I (0, 10, 20, 30 e 40mg/kg MS) e quatro tratamentos para os Estudos II e III (controle, biocarvão (40mg/kg MS e 20mg/kg MS para dietas com alta forragem e alto concentrado, respectivamente), monensina (30mg/kg MS) e nitrato (20g/kg MS)). Para os estudos I e II, os dados foram coletados e analisados seguindo o delineamento de blocos ao acaso e para o estudo III foram de acordo com o delineamento quadrado latino. No primeiro estudo, níveis crescentes de biocarvão reduziram linearmente o DIVMO (P < 0,01), proporção (%), produção (mL/g MS) e rendimento (mL/g MSd) de CH4 (P = 0,01) em dietas com alta inclusão de forragem. Para dietas com alta inclusão de concentrado, não foram detectados efeitos de tratamento para digestibilidades in vitro, mas a proporção, produção e rendimento de CH4 apresentaram efeito cúbico (P < 0,02). Os menores valores de CH4 foram observados para 40g de biocarvão para dietas com alta inclusão de forragem e 20g para dietas com alta inclusão de concentrado. Para o estudo II e dietas com alta inclusão de forragem a concentração de DIVMO (P = 0,05) e NH3-N (P = 0,02) foi afetada pelos aditivos, mas os rendimentos de CH4 não foram afetados (P = 0,14). Para as dietas com alta inclusão de concentrado, a maior PG total foi verificada com a inclusão de biocarvão em relação à monensina (P < 0,05). Os tratamentos não afetaram as digestibilidades in vitro e a proporção, a produção, bem como o rendimento de CH4 (P > 0,13), a concentração de NH3-N aumentou por biocarvão e nitrato em relação ao controle e monensina (P < 0,05). Para o estudo III e dietas com alta inclusão de forragem, o DIVMS foi maior para a monensina (P < 0,05), o nitrato teve o maior DIVMO (P < 0,01) e o DIVPB foi menor para o nitrato que os demais tratamentos (P < 0,001). Para dietas com alta inclusão de concentrado, biocarvão e nitrato tiveram o maior DIVMS (P < 0,001). Neste caso, o DIVMO foi maior para nitrato em relação ao controle, mas biocarvão e monensina não foram diferentes entre eles (P > 0,05). Biocarvão apresentou um DIVPB maior que o controle e nitrato, enquanto a monensina apresentou o menor valor (P < 0,02). O DIVFDN e DIVHEM foram melhorados com adição de biocarvão e nitrato (P < 0,001). Demonstramos que 2 e 4% do nível de inclusão de biocarvão diminuem em cerca de 10 e 20% do rendimento de CH4 quando dietas de alto e baixo concentrado foram incubadas, respectivamente. No entanto, estudos subsequentes não apresentaram reduções significativas de CH4 com adição de biocarvão, independentemente do tipo de dieta. |
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