PRODUÇÃO DE VACINAS VIRAIS PARTE II: aspectos bioéticosDOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i1.4039

Na primeira parte do artigo foi discutida a produção de vacinas virais sob a perspectiva da Engenharia de Bioprocessos. Nesta segunda parte adota-se a bioética personalista ontologicamente fundada como modelo bioético para discutir o uso de linhagens celulares derivadas de abortos, tais como a MRC-5...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: BOUSADA, Guilherme Mateus; Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR), Betim, MG, PEREIRA, Erlon Lopes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR)
Repositorio:Revista da Universidade Vale do Rio Verde (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.teste.unincor.br:article/4039
Acceso en línea:http://periodicos.unincor.br/index.php/revistaunincor/article/view/4039
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Vacinas virais. Bioética. Personalismo ontologicamente fundado. Aborto. Dignidade da pessoa.
Descripción
Sumario:Na primeira parte do artigo foi discutida a produção de vacinas virais sob a perspectiva da Engenharia de Bioprocessos. Nesta segunda parte adota-se a bioética personalista ontologicamente fundada como modelo bioético para discutir o uso de linhagens celulares derivadas de abortos, tais como a MRC-5, WI-38, PER.C6 e HEK293, na produção de algumas vacinas. É feita uma discussão sobre o início da vida humana e a dignidade da pessoa, a relação entre o aborto e as pesquisas científicas, revelando alguns interesses econômicos e ideológicos que acompanham a questão. Propõem-se, por fim, que o desenvolvimento técnico-científico deve estar a serviço da pessoa humana, de modo que o progresso e a ética caminhem juntos.