Formar-se professor de História no Brasil : desafiar o presente e sonhar o futuro
O artigo analisa desafios e aspirações de ser formadores(as) de professor ou professora de História no Brasil. Os autores são docentes que orientam estágios em Ensino de História em curso de licenciatura em universidade pública, e extraem de suas experiências de trabalho ele-mentos para pensar a for...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/267157 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/267157 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ensino de história Formação de professores Políticas públicas Estágio de docência Brasil History teaching Teacher education Pre-service teacher education Public policies Brazil Enseñanza de la historia Formación de profesores Prácticum |
| Sumario: | O artigo analisa desafios e aspirações de ser formadores(as) de professor ou professora de História no Brasil. Os autores são docentes que orientam estágios em Ensino de História em curso de licenciatura em universidade pública, e extraem de suas experiências de trabalho ele-mentos para pensar a formação docente nesta área. Com base em perspectivas pós-estrutu-rais, interseccionais e críticas à colonialidade, apresentamos as principais políticas públicas, decretos e regulamentos que regem a formação docente no Brasil e revisamos a produção acadêmica, na forma de teses de doutorado nos últimos cinco anos. Em seguida, analisamos aspectos éticos e políticos dos percursos formativos, defendendo a importância de conside-rar os marcadores sociais da diferença na formação para o Ensino de História, em particular gênero, raça, classe, geração e sexualidade. Por fim, narramos experiências próprias das salas de aula de formação de professoras e professores de História, vivenciadas por nós. Nesse diálogo entre o prescrito e o vivido, consideramos a nossa prática como um constante desa-fiar-se, não para nos aprisionar em metas, velhas dicotomias, prazos. A proposta é trabalhar como quem sonha: deixar fluir os discursos, as diferentes histórias que adiam o fim do mundo e transitam em todos os lugares. |
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