Proposta de modelo de estufa tipo túnel baixo para o cultivo de morangos semi-hidropônicos em pequenas áreas

A produção de alimentos em espaços diversificados está em ascensão, seja para consumo próprio ou para comércio, indo ao encontro também do interesse crescente da população em cultivar seu próprio alimento. O morango é um alimento amplamente consumido e considerando sua importância para a sociedade,...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Bueno, Thalles da Rosa, Bez, Felipe Suzin, Righi, Eléia, Antunes, Luidi Eric Guimarães, Drawanz, Bruna Bento
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37567
Acesso em linha:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/37567
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Ergonomics
Protec cultivation
Agriculture.
Ergonomía
Cultivo protegido
Agricultura.
Ergonomia
Descrição
Resumo:A produção de alimentos em espaços diversificados está em ascensão, seja para consumo próprio ou para comércio, indo ao encontro também do interesse crescente da população em cultivar seu próprio alimento. O morango é um alimento amplamente consumido e considerando sua importância para a sociedade, avaliou-se a construção de estufas para seu cultivo semi-hidropônico (SH) em túnel baixo (TB), em pequena área, aliando as vantagens do sistema fora do solo e protegido às condições ergonométricas, com materiais de fácil acesso e baixo custo. Um estudo bibliográfico foi realizado para avaliar as vantagens e desvantagens de cada sistema de produção de morangos. Após a definição do sistema a ser implementado, foram construídas na área externa da Universidade Estadual do Rio grande do Sul (UERGS), três estufas de 3 m x 1 m, com bancadas a 0,80 m do solo e cobertura em túnel baixo a 0,70 m da bancada, para o cultivo de 48 plantas de morangueiros. Para o desenvolvimento da cultura optou-se pelo sistema de fertirrigação pré-formulada. Após 60 dias do transplante as plantas estavam produzindo os morangos e, nos meses de junho a outubro do ano seguinte a implantação, atingiu-se o auge da produção, demonstrando a eficiência da nova proposta de estrutura para cultivo de morangos.