Empreendimentos e ações públicas e privadas em Maceió/AL no início do milênio

As intervenções públicas e privadas na cidade de Maceió (AL) revelam o modo como o espaço da cidade tem sido produzido, os impactos gerados na conformação urbana e as tendências geradas para a expansão ou consolidação da forma urbana. As ações do poder público têm, sobretudo, focalizado a mobilidade...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cavalcanti, Verônica Robalinho, Faria, Geraldo Majela Gaudêncio, Costa, Viviane Regina, Silva, Luiz Gustavo Oliveira da, Moura, Luan Rubens Dias de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Paisagem e Ambiente (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/99603
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/paam/article/view/99603
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Open spaces. Urban morphology. Urban form
Espaços Livres. Forma urbana. Morfologia urbana. Maceió (AL)
Descripción
Sumario:As intervenções públicas e privadas na cidade de Maceió (AL) revelam o modo como o espaço da cidade tem sido produzido, os impactos gerados na conformação urbana e as tendências geradas para a expansão ou consolidação da forma urbana. As ações do poder público têm, sobretudo, focalizado a mobilidade urbana com a abertura ou reforma de vias estruturantes na cidade, consolidando a hegemonia do transporte individual privado sobre o transporte público de massa. Por sua vez, as ações do capital privado dirigem suas atenções para os espaços livres e vazios da cidade que apresentam maior potencial de retorno financeiro, procurando, primeiro, incorporar novas áreas de expansão imobiliária com a abertura de novas vias e, depois, ofertar produtos destinados, em geral, à população de poder aquisitivo mais elevado. Uma terceira frente são as ações consorciadas entre agentes públicos e privados no âmbito de programas nacionais de habitação popular. Essas têm resultado na construção de grandes empreendimentos localizados na periferia urbana distante e mesmo em terras ainda de uso rural, cabendo ao Estado o ônus da ampliação e qualificação de infraestrutura e serviços. A análise do conjunto das ações públicas e privadas sobre o espaço da cidade permitiu constatar forte protagonismo do setor imobiliário nos processos de gestão e desenho da cidade.