Avaliação do tendão quadríceps e ligamento patelar pela ultrassonografia e ressonância magnética em jogadores de futebol assintomáticos
INTRODUÇÃO: A ultrassonografia (US) e a ressonância magnética (RM) representam os principais métodos de diagnósticos por imagem na avaliação do mecanismo extensor do joelho. Há carência de trabalhos que avaliem por US e RM a presença de alterações no mecanismo extensor de jogadores de futebol assint...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-12042013-105814 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5151/tde-12042013-105814/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ligamento patelar Magnetic resonance imaging Patellar ligament Quadriceps tendon Ressonância magnética Tendão quadríceps Ultrasonography Ultrassonografia |
| Sumario: | INTRODUÇÃO: A ultrassonografia (US) e a ressonância magnética (RM) representam os principais métodos de diagnósticos por imagem na avaliação do mecanismo extensor do joelho. Há carência de trabalhos que avaliem por US e RM a presença de alterações no mecanismo extensor de jogadores de futebol assintomáticos. OBJETIVO: Avaliar, por meio de RM e US, o tendão quadríceps e o ligamento patelar de jogadores de futebol assintomáticos e dos participantes do grupo-controle. Identificar se há alterações de imagens ou lesões. Determinar se essas sofrem influências pelos seguintes critérios: canhoto ou destro, quanto à dominância ao chute, posição em campo, idade do atleta e tempo de prática esportiva. MÉTODO: Foram avaliados um total de 248 joelhos: 112 eram de 56 de jogadores de futebol assintomáticos e 136 eram do grupo-controle. O grupo composto por jogadores de futebol apresentava idades entre 14 e 34 anos. Já o grupo-controle era composto por indivíduos com idade também entre 14 e 34 anos, principalmente, universitários e funcionários do hospital, com gênero igual aos dos jogadores selecionados, mas sem atividades físicas de impacto, como vôlei, futebol e salto, por exemplo. RESULTADO: Constatou-se a presença de alterações de imagens ou de lesões em nove ligamentos patelares e apenas duas nos tendões quadríceps de jogadores de futebol assintomáticos, tanto pela US quanto pela RM, e nenhum caso alterado no grupo-controle. Houve concordância significativa entre RM e US quanto aos resultados obtidos. Além disso, os jogadores de futebol apresentaram anormalidades (alterações de imagens ou lesões) no tendão quadríceps ou no ligamento patelar significativamente (p<0,05) maior do que no grupo-controle; a idade média dos jogadores com alguma anormalidade é significativamente menor do que a dos jogadores sem lesão (p<0,003); o tempo médio de prática desportiva dos jogadores que apresentam anormalidade é menor do que o tempo médio dos jogadores que não têm anormalidade (p<0,001); os jogadores destros apresentaram anormalidades, enquanto que os jogadores canhotos não (p<0,05). Dentre os jogadores, há correlação entre mais alterações de imagem ou lesão de joelho e menor tempo como jogador e menor idade (R² de Nagelkerke = 0,700). Destros têm risco aumentado de ter anormalidade nas referidas estruturas (Razão de Chances = 15,204) quanto menor for o tempo como jogador de futebol. Os jogadores da defesa têm 4,76 vezes mais chance de desenvolver anormalidade do que atacantes e goleiros (p<0,04). CONCLUSÃO: Os jogadores de futebol assintomáticos apresentam anormalidades no tendão do quadríceps e ligamento patelar detectadas pela RM e US. As alterações estão relacionadas a menor idade, menor tempo de prática desportiva, ser destro e ser jogador de defesa |
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