Avaliação Comparativa de Estratégias de Debinding em Peças de Aço Inoxidável 316L Produzidas por Manufatura Aditiva
A manufatura aditiva por deposição de filamento fundido (FFF) tem se consolidado como uma alternativa viável para a produção de componentes metálicos, especialmente com o uso de filamentos carregados, como o BASF Ultrafuse 316L. Entretanto, o sucesso dessa técnica está diretamente ligado à remoção e...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Udesc |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.udesc.br:UDESC/22709 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22709 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | manufatura aditiva filamento metálico FFF debinding térmico plasma aço inoxidável 316L. |
| Sumario: | A manufatura aditiva por deposição de filamento fundido (FFF) tem se consolidado como uma alternativa viável para a produção de componentes metálicos, especialmente com o uso de filamentos carregados, como o BASF Ultrafuse 316L. Entretanto, o sucesso dessa técnica está diretamente ligado à remoção eficiente da matriz orgânica do filamento, processo que ocorre durante a etapa de debinding. Este trabalho teve como objetivo comparar duas estratégias distintas de remoção de ligantes: (i) debinding químico seguido de debinding térmico e (ii) debinding térmico seguido de tratamento por plasma. Foram preparadas seis amostras a partir do corte de corpos verdes e distribuídas entre os dois caminhos. As amostras foram caracterizadas por medidas de massa e dimensão antes e após cada etapa. O debinding químico foi realizado por imersão em acetona, seguido de secagem em estufa. O debinding térmico ocorreu em forno com atmosfera de argônio, com rampas de aquecimento controladas até 600 °C. Observou-se que o caminho químico + térmico resultou em perdas de massa mais controladas (~10%) e menor colapso estrutural inicial, permitindo a continuidade do tratamento. No entanto, ambos os caminhos resultaram em trincas e fragilidade, evidenciando a importância de parâmetros como taxa de aquecimento, espessura crítica e liberação de gases. Um teste preliminar com plasma foi conduzido, sugerindo viabilidade futura para aplicação do processo em peças íntegras. Os resultados reforçam a necessidade de ajustes nos parâmetros de debinding, incluindo tempo, temperatura e sequência das etapas, visando melhorar a integridade estrutural das peças. |
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