Prevalência da retinopatia da prematuridade no Centro de Neonatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre

Objetivo: Estudar a prevalência da retinopatia da prematuridade em recém-nascidos prematuros, nascidos no Hospital de Clínicas de Porto Alegre entre outubro de 2002 e agosto de 2005. Métodos: Estudo transversal de 220 crianças prematuras nascidas com peso igual ou inferior a 1.500 gramas e/ou com id...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Fortes Filho, João Borges, Lermann, Viviane Levy, Barros, Cristiano Koch, Innocente, Cassiano, Costa, Marlene Coelho da, Procianoy, Renato Soibelmann
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/164258
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/164258
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Retinopatia da prematuridade
Cegueira
Retinopathy of prematurity
Prevalence
Blindness
Prevention
Descripción
Sumario:Objetivo: Estudar a prevalência da retinopatia da prematuridade em recém-nascidos prematuros, nascidos no Hospital de Clínicas de Porto Alegre entre outubro de 2002 e agosto de 2005. Métodos: Estudo transversal de 220 crianças prematuras nascidas com peso igual ou inferior a 1.500 gramas e/ou com idade gestacional igual ou menor do que 32 semanas, examinadas no centro de neonatologia, após dilatação das pupilas, sempre a partir da sexta semana de vida. Resultados: A retinopatia da prematuridade ocorreu em 61 (61/220) prematuros, em um percentual de 27,73%. A doença atingiu estadiamento 1 em 12,73% dos casos (28/220), estadiamento 2 em 9,55% dos casos (21/220) e estadiamento 3 em 5% dos casos (11/220). Apenas uma das crianças atingiu o estadiamento 5 da doença, em 0,45% dos casos (1/220). Conclusões: O percentual de 27,73% de retinopatia encontrado foi similar ao de outros trabalhos internacionais com o mesmo delineamento, assim como o percentual de 5% de retinopatia no estágio 3. Apenas um dos prematuros desenvolveu a doença até o estágio mais grave (5), havendo 0,45% de cegueira pela retinopatia da prematuridade no Hospital de Clínicas de Porto Alegre.