Instalação coreográfica: crítica e limiar
Esta dissertação apresenta uma reflexão acerca da ocorrência de um modo de composição nomeado “instalação coreográfica” por artistas e críticos da cena paulistana da dança contemporânea na primeira década do século XXI. O ponto de partida da pesquisa foi o trabalho Vestígios da coreógrafa paulistana...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/19483 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/19483 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dança Dança contemporânea Instalação coreográfica, Limiar Crítica |
| Sumario: | Esta dissertação apresenta uma reflexão acerca da ocorrência de um modo de composição nomeado “instalação coreográfica” por artistas e críticos da cena paulistana da dança contemporânea na primeira década do século XXI. O ponto de partida da pesquisa foi o trabalho Vestígios da coreógrafa paulistana Marta Soares, embora o resultado escrito não se restrinja a uma análise monográfica sobre a obra. O principal desafio metodológico desse estudo foi encontrar uma maneira de dissertar a respeito de um jeito de compor um pensamento em dança que fugisse à descrição ilustrativa ou ao ímpeto por uma definição teórica. O foco da discussão está, assim, nas interlocuções entre dança e artes visuais inscritas no campo da dança contemporânea, identificadas na instalação coreográfica pela hipótese de que nessa forma compositiva opera um dispositivo crítico de relação entre obra e contexto de existência. As noções de limiar (BENJAMIN, 2007) e zona de transitividade (BRITTO, 2008a) foram fundamentais para circunscrever a hipótese deste trabalho. |
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