NAS PÁGINAS DO MULHERIO (1981-1988): UM PANORAMA SOBRE A CRÍTICA LITERÁRIA FEMINISTA E A QUESTÃO HISTORIOGRÁFICA
Partindo-se da análise das 41 edições do jornal Mulherio, posterior Nexo - Feminismo, informação e cultura, que circulou entre 1981 e 1989, buscou-se perceber o modo como o periódico feminista aborda questões sobre literatura produzidas por mulheres e a suas participações na historiografia literári...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Caderno Seminal Digital |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/58236 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/cadernoseminal/article/view/58236 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mulherio crítica literária feminista historiografia |
| Sumario: | Partindo-se da análise das 41 edições do jornal Mulherio, posterior Nexo - Feminismo, informação e cultura, que circulou entre 1981 e 1989, buscou-se perceber o modo como o periódico feminista aborda questões sobre literatura produzidas por mulheres e a suas participações na historiografia literária, levando-se em consideração os diversos processos de inferiorização, silenciamento, exclusão e a apagamentos que escritoras mulheres e suas literaturas são submetidas pela crítica hegemônica. Nesse sentido, foi possível perceber que há no jornal um grande interesse na recuperação de escritoras do passado e divulgação de escritoras do presente da publicação, além do interesse em discutir temas próprios à “escrita feminina”, isto é, uma crítica literária própria à literatura de mulheres. Dessa forma, a partir desses dois movimentos do próprio Mulherio foi possível recuperar e analisar situações contextuais de sua exclusão escritoras relativamente grande circulação ao seu tempo, mas ainda assim excluídas do cânone oficial das histórias literárias: Cassandra Rios, Maria Elisabete Lima Mota e Dinorath do Valle. |
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