Estudo preliminar sobre a bacteriologia da lagosta Panulirus laevicauda (Latreille)

A complexidade que envolve a bacteriologia de organismos marinhos é, sem dúvida, devida à grande variedade de espécies que os podem parasitar. A flora aeróbica dos peixes, em várias partes do mundo, é normalmente considerada autóctone do solo, ar e água, e isto esclarece porque esta flora é vasta. A...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Sousa, Terezinha Tavares de, Noronha, Maria da Conceição Caland
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1966
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/2167
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2167
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Lagosta
Descripción
Sumario:A complexidade que envolve a bacteriologia de organismos marinhos é, sem dúvida, devida à grande variedade de espécies que os podem parasitar. A flora aeróbica dos peixes, em várias partes do mundo, é normalmente considerada autóctone do solo, ar e água, e isto esclarece porque esta flora é vasta. A identificação das bactérias de peixes é muito difícil, sendo frequentemente impossível se estar seguro da tribo, família e gênero, para se chegar até à espécie (Shewan, 1961). Há evidências de que a flora bacteriana dos peixes está relacionada com o meio ambiente e as estações do ano, e o isolamento das espécies depende de vários fatores, tais como meio de cultura, temperatura de incubação das culturas e técnica de colheita das amostras. Tem-se chamado a atenção para resultados absolutamente diferentes, qualitativa e quantitativamente, encontrados por diversos pesquisadores, mas essas diferenças, segundo Shewan (1961), são devidas, frequentemente, às dificuldades surgidas quando se trata da posição sistemática de muitos dos microrganismos isolados. Não conhecemos nenhuma referência à flora bacteriana de lagostas. O presente trabalho trata da flora bacteriana do tubo digestivo e da carne da cauda da lagosta Panulirus laevicauda (Latreille), que vive ao longo da costa do Estado do Ceará, Brasil.