O cativo e o exilado: Hans Staden e Jean de Léry entre os Tupinambá
Nos meados do século XVI, o alemão Hans Staden e o francês Jean de Léry mantiveram relações próximas e longas com os Tupinambá da costa sudeste do Brasil, que resultaram em relatos impressos e ilustrados: História verdadeira (1557) e História de uma viagem feita à terra do Brasil (1578). Partindo de...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-14022023-132803 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-14022023-132803/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Brasil colonial Colonial Brazil História indígena History of Amerindian peoples Literatura de viagem Travel literature Tupinambá |
| Sumario: | Nos meados do século XVI, o alemão Hans Staden e o francês Jean de Léry mantiveram relações próximas e longas com os Tupinambá da costa sudeste do Brasil, que resultaram em relatos impressos e ilustrados: História verdadeira (1557) e História de uma viagem feita à terra do Brasil (1578). Partindo dessas experiências singulares, a pesquisa busca revelar elementos de um contexto histórico que possibilitou relações entre nativos e europeus nas quais os Tupinambá puderam exercer sua agência, seja como inimigos do cativo Staden, seja como aliados do exilado Léry. Embora o alemão e o francês tenham elaborado seus relatos como manifestações da superioridade cristã-europeia sobre os povos do Novo Mundo, é possível identificar em ambas as narrativas elementos que manifestam o poder sociopolítico tupinambá. |
|---|