O Logos se fez dia-logos :economia do Logos encarnado e diálogo inter-religioso em busca da paz em Claude Geffré

A presente pesquisa de doutorado, seguindo o itinerário intelectual de Claude Geffré, visa abordar o tema do Logos que se fez dia-logos – ο Λόγος έγινε διάλογος – com o intuito de trabalhar a questão da economia do Logos encarnado como fundamento cristológico para um diálogo colaborativo entre as re...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Gomes, Tiago de Fraga
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/9137
Acesso em linha:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9137
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cristologia
Revelação
Diálogo inter-religioso
Paz
Claude Geffré
Christology
Revelation
Interreligious dialogue
Peace
CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIA
Descrição
Resumo:A presente pesquisa de doutorado, seguindo o itinerário intelectual de Claude Geffré, visa abordar o tema do Logos que se fez dia-logos – ο Λόγος έγινε διάλογος – com o intuito de trabalhar a questão da economia do Logos encarnado como fundamento cristológico para um diálogo colaborativo entre as religiões em busca da paz. O jogo de palavras Λόγος e διάλογος pretende sublinhar a perspectiva dialógica aberta pelo Logos eterno de Deus que se fez carne e revelou a natureza profunda do mistério divino por meio de um diálogo fraterno. Parte-se da premissa que diante do pluralismo religioso hodierno, uma hermenêutica pluralista da economia da revelação, a partir do Logos encarnado, fomenta um senso de alteridade e de mútua colaboração entre as religiões e fundamenta a edificação de uma cultura de paz e não violência. Propõe-se também que o recurso à figura de Jesus de Nazaré, como paradigma de pacificação, é uma alternativa pertinente para inspirar a resolução criativa e não violenta de conflitos na sociedade atual. A argumentação parte do Logos hermenêutico, fundamento metodológico de uma racionalidade hermenêutica em teologia e de uma leitura plural da economia da revelação cristã, segue com o Logos dialógico, condição para uma abertura dialógica entre as religiões, e conclui-se com o Logos colaborativo, disposição fundamental para um diálogo colaborativo entre as religiões em prol da edificação de uma cultura de paz e não violência