Avaliação por meio da ressonância magnética do sinal do tecido retrodiscal associado à anotomia de eminência articular do osso temporal na presença de derrame articular e deslocamento do disco com e sem redução em pacientes sintomáticos

Este estudo avaliou por meio da Ressonância Magnética a intensidade de sinal do tecido retrodiscal associando a anatomia da eminência articular, derrame articular e deslocamento do disco com e sem redução. Para isto, foram analisadas imagens por RM de 48 ATM de 24 indivíduos sintomáticos, sendo 19 (...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Warmling, Luiza Verônica
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-04072013-162640
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23139/tde-04072013-162640/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Articular eminence
Derrame Articular
Desarmonia interna
Deslocamento do disco
Disk Displacement
Eminência Articular
Intensidade de Sinal
Internal Derangement
Joint effusion
MRI
Ressonância Magnética
Retrodiscal tissue
Signal Intensity
Tecido Retrodiscal
Descripción
Sumario:Este estudo avaliou por meio da Ressonância Magnética a intensidade de sinal do tecido retrodiscal associando a anatomia da eminência articular, derrame articular e deslocamento do disco com e sem redução. Para isto, foram analisadas imagens por RM de 48 ATM de 24 indivíduos sintomáticos, sendo 19 (79,2%) do gênero feminino e 5 (20,8%) do gênero masculino. Considerando o posicionamento sagital, cerca de 5 (10,4%) das articulações eram normais, 23 (47,9%) das articulações eram DDCR e 20 (41,7%) eram DDSR. Para a forma da eminência articular, cerca de 15 (31,3%) das articulações foram classificadas como tendo formato de caixa, 12 (25,0%) foram classificadas como sigmoide, 10 (20,8%) como aplainada e 11 (22,9%) das articulações foram classificadas como deformada. A maioria das articulações apresentaram derrame cerca de 32 (66,7%). Das articulações com DDSR, 16 (51,6%) apresentaram derrame e as com DDCR 15 (48,4%). As articulações com DDCR apresentaram 9 (39,15) em forma de caixa, 6 (26,1%) como sigmóide, 3 (13,0%) estavam aplainada e 5 (21,7%) deformadas; as ATM com DDSR apresentaram 5 (25,5%) como caixa, 4 (20,0%) como sigmóide, 6 (30,0%) aplainadas e 5 (25,5%) deformadas. A forma da eminência articular não está relacionada ao posicionamento sagital (p=0,520). O posicionamento sagital do disco não está relacionado à presença de derrame (p=0,281). A intensidade de sinal do TR foi estatisticamente menor no posicionamento sagital DDCR, quando comparado ao posicionamento sagital DDSR (p=0,016). Houve uma tendência da intensidade do sinal do tecido retrodiscal ser maior nas articulações com derrame quando comparado às sem derrame (p=0,065). Não houve relação entre posicionamento sagital do disco e derrame. E por fim, o presente estudo não conseguiu estabelecer uma relação entre o sinal do tecido retrodiscal e eminência articular (p=0,159).