Estrutura populacional em espécies de Petunia com distribuição costeira : adaptação à salinidade ou isolamento por distância?
A compreensão dos processos de diversificação começa por entender os padrões de distribuição divergentes da diversidade genética das populações que levam ao isolamento de indivíduos ou subpopulações. Diferentes processos podem levar ao isolamento, e podem ser reconhecidos pelas marcas que deixam no...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/221509 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/221509 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Petúnia Solanaceae Plantas costeiras Salinidade Planície costeira : Atlântico sul Bioma Pampa |
| Sumario: | A compreensão dos processos de diversificação começa por entender os padrões de distribuição divergentes da diversidade genética das populações que levam ao isolamento de indivíduos ou subpopulações. Diferentes processos podem levar ao isolamento, e podem ser reconhecidos pelas marcas que deixam no genoma dos organismos. Porém, esse reconhecimento pode ser complicado devido ao fato de que diferentes processos podem ter lugar em distintos tempos e afetar diferentes partes do genoma. Os principais padrões de isolamento são o isolamento por distância (IBD), o isolamento por adaptação (IBA), e o isolamento por colonização (IBC). A Planície Costeira do Atlântico Sul tem uma complexa história de regressões e transgressões marinhas que fazem deste um lugar ideal para testar hipóteses sobre a importância de cada um destes padrões na evolução das espécies. Trabalhos recentes envolvendo o táxon costeiro Petunia integrifolia subsp. depauperata sugerem a predominância de mecanismos adaptativos para a colonização de novas terras emersas, mas quais são as pressões seletivas e qual é a fonte das diferenças fenotípicas entre este táxon e seu grupo irmão, P integrifolia subsp. integrifolia, cuja distribuição é continental, são perguntas que ainda esperam ser respondidas. Mediante o uso de bibliotecas genômicas de ampla cobertura para as duas subespécies e de múltiplas aproximações analíticas, descrevemos aqui um cenário evolutivo complexo no qual forças seletivas e neutras agiram no processo de diversificação e origem do táxon costeiro. Fatores ecológicos plausíveis são sugeridos por atuarem na diversificação e se propõe que as duas subespécies passem a ser tratadas como espécies diferentes com base em suas histórias evolutivas e diferenciação genômica, tanto neutra como adaptativa. Pela primeira vez, um refúgio datado do Pleistoceno é descrito no sul do Brasil e, a partir dele se descreve a colonização da Planície Costeira do Atlântico Sul, desde a costa sul de Santa Catarina, Brasil, até a costa norte do Uruguai. |
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