Avaliação ecológico-econômica do manguezal na foz do rio Açu/RN: o seqüestro de carbono e a importância da aplicação de práticas preservacionistas

Este trabalho avalia a importância do ecossistema manguezal nos municípios de Macau, Porto do Mangue e adjacências, na foz do Rio Açu/RN, no contexto ecológico-econômico e segue investigativo na prospecção de áreas com potencial para projetos que envolvam reflorestamento e/ou restauração ambiental d...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Amaro, Venerando Eustáquio, Rocha Júnior, Josenberg M.
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositório:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/14943
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14943
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Ecossistema manguezal
Economia Ambiental
Créditos de Carbono
Descrição
Resumo:Este trabalho avalia a importância do ecossistema manguezal nos municípios de Macau, Porto do Mangue e adjacências, na foz do Rio Açu/RN, no contexto ecológico-econômico e segue investigativo na prospecção de áreas com potencial para projetos que envolvam reflorestamento e/ou restauração ambiental de florestas de manguezais, com foco no sequestro de Carbono. O potencial ecológico dos manguezais foi avaliado com base no uso de imagens de satélite Landsat 5-TM e técnicas de processamento digital de imagem que indicaram áreas de planícies lamosas e areno-lamosas com potencial para projetos ambientais, caso inserido nas normas firmadas no Protocolo de Quioto para os Mecanismos de Desenvolvimento Limpo e o do Mercado de Carbono. Os resultados revelaram ainda uma área total de 14.723,75 hectares de atividade de carcinicultura e produção salineira que podem ser aproveitadas para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental sustentável da região, tendo em vista que mais de 60% dessa área, ou seja, cerca de 9.000 hectares podem ser aproveitados no plantio do gênero Avicennia, considerada a espécie que melhor seqüestra carbono atmosférico, atingindo valor médio de 59,79 toneladas/hectare de manguezal.