Representação da velhice: reflexões sobre estereótipo, preconceito e estigmação dos idosos

O artigo, analisa-se a representação social dada à velhice, refletindo sobre preconceitos, dificuldades/problemas, recompensas/vantagens que envolvem idosos, a fim de desconstruir estigmatização(ões). Para maior entendimento sobre as especificidades dessa fase, adota-se como metodologia a pesquisa d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Minó, Nádia Marota, Mello, Rita Márcia Andrade Vaz de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/34521
Acceso en línea:https://locus.ufv.br/handle/123456789/34521
https://doi.org/10.31423/oikos.v32i1.9889
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Representação social
Envelhecimento
Velhice
Estigmatização
Estereótipo
Social representation
Aging
Old age
Stigmatization
Stereotype
Representación social
Envejecimiento
Vejez
Estigmatización
Estereotipo
Descripción
Sumario:O artigo, analisa-se a representação social dada à velhice, refletindo sobre preconceitos, dificuldades/problemas, recompensas/vantagens que envolvem idosos, a fim de desconstruir estigmatização(ões). Para maior entendimento sobre as especificidades dessa fase, adota-se como metodologia a pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa. Utilizam-se, para tanto, as bases de dados da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações –BDTD (teses e dissertações); da Scientific Electronic Library Online–Scielo; e do Portal de Periódicos Capes; como auxílio, o softwareVOSviewer foi empregado para avaliar 50 obras/estudos publicados entre 1999 e 2019, que abordavam (no mínimo parcialmente) o assunto. Conclui-seque existe uma visão preconceituosa sobre o envelhecimento, além de acepções e conceitos contraproducentes que podem gerar estereótipos negativos e ainda causar a exclusão dos idosos na sociedade. É importante haver espaço, em nossa cultura, à vivência da heterogeneidade, reconhecendo as necessidades decorrentes das alterações biopsicossociais da velhice. Acredita-se que, dessa forma, seja possível amenizar/eliminar o preconceito e o negativismo decorrentes dessa etapa de vida.