Programa de abordagem interdisciplinar no tratamento do transtorno de personalidade borderline: relato da experiência no ambulatório Melanie Klein do Hospital Psiquiátrico São Pedro.
INTRODUÇÃO: Os transtornos de personalidade são uma classe diagnóstica em Psiquiatria cujo tratamento não está ainda claramente definido. Devido ao grande número de alterações que o transtorno de personalidade borderline ocasiona na vida de seus portadores, propomos um atendimento interdisciplinar i...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/7347 |
| Acceso en línea: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/7347 https://doi.org/10.1590/S0101-81082003000400006 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Transtornos de personalidade borderline Interdisciplinaridade Tratamento Borderline disorder Interdiciplinarity Treatment |
| Sumario: | INTRODUÇÃO: Os transtornos de personalidade são uma classe diagnóstica em Psiquiatria cujo tratamento não está ainda claramente definido. Devido ao grande número de alterações que o transtorno de personalidade borderline ocasiona na vida de seus portadores, propomos um atendimento interdisciplinar integrado. Esta proposta organiza-se em quatro eixos: psicoterapia individual de orientação analítica, grupoterapia de orientação analítica, psicofarmacoterapia e intervenções sociais. METODOLOGIA: Este estudo baseia-se na descrição da experiência obtida pelos autores na implantação de um Programa de Abordagem Interdisciplinar no Tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline, utilizando como exemplo dois relatos de caso sucintos, a respeito de duas pacientes com transtorno de personalidade borderline. Foram avaliados critérios qualitativos para descrever a melhora obtida pelas pacientes através do Programa (relacionamento interpessoal, interesses e atividades ocupacionais e de lazer, autonomia) e quantitativos (número de internações, tentativas de suicídio, procura por serviços de emergência). RESULTADOS E DISCUSSÃO: As intervenções sociais mostraram-se eficazes ao incrementar as terapêuticas já tradicionalmente colocadas. Houve melhoras relacionadas aos critérios acima colocados. CONCLUSÃO: Os resultados encontrados alertam-nos para a necessidade de observarmos os pacientes em seus diversos contextos, de forma a apresentar intervenções que dêem conta dessas múltiplas dimensões. |
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