Corporeidade na arte atual brasileira: sensibilidades desveladas
Este trabalho é um estudo sobre a produção de alguns artistas brasileiros procurando situar o fenômeno corporeidade percebido em algumas obras. Aspectos da fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty servirão de base para as análises que serão feitas. Não tratamos de definir um conceito final sobre o ass...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-09062012-104934 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-09062012-104934/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arte contemporânea brasileira Body Brazilian contemporary art Corpo Corporality Corporeidade Fenomenologia Maurice Merleau-Ponty Phenomenology |
| Sumario: | Este trabalho é um estudo sobre a produção de alguns artistas brasileiros procurando situar o fenômeno corporeidade percebido em algumas obras. Aspectos da fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty servirão de base para as análises que serão feitas. Não tratamos de definir um conceito final sobre o assunto, mas propomos a articulação de aspectos estudados na arte atual com temáticas da filosofia pontiana que nos aproximam da compreensão de um entrelaçamento entre o artista e o mundo, com o qual buscaremos desvelar possíveis características da sensibilidade atual. Neste sentido, nos aproximamos da produção de três artistas brasileiros de gerações diferentes: Amélia Toledo, Carmela Gross e Ernesto Neto. E, depois, procuramos observar como algumas questões ainda permanecem operantes nas produções e experiências de criação de jovens artistas, nascidos por volta dos anos de 1980: Júlio Meiron, Amanda Mei, Lia Chaia e Vitor Mizael. Esse tratamento permite um olhar para arte do qual emerge uma nova ideia de corpo não só como presença e fisicalidade, mas como ausência e extensão, senciente-sensível manancial fecundo para a expressão artística. |
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