Perfil epidemiológico das pacientes com câncer de mama atendidas em Juiz de Fora – Minas Gerais (MG), Brasil / Epidemiological profile of breast cancer patients treated in Juiz de Fora - Minas Gerais (MG), Brazil

Introdução: O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, e apresenta um imenso desafio à saúde pública em escala global. O diagnóstico e o tratamento precoce são os meios mais efetivos de redução da mortalidade. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico das pacientes diagnosticadas com câncer...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Melillo, Beatriz Christina Decort de Lima, Morais, Paula Loureiro Meireles Ávila de, Aleixo, Thaís Barretto, Machado, Rachel Rocha Pinheiro, Figueiredo, Ana Cláudia Dias de Sousa
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/18626
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/18626
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Neoplasias da Mama
Mamografia
Epidemiologia
Descrição
Resumo:Introdução: O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, e apresenta um imenso desafio à saúde pública em escala global. O diagnóstico e o tratamento precoce são os meios mais efetivos de redução da mortalidade. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico das pacientes diagnosticadas com câncer de mama atendidas em três serviços de referência em Mastologia no SUS de Juiz de Fora (MG). Método: Estudo transversal descritivo e retrospectivo, com revisão de 223 prontuários pacientes em controle e/ou tratamento de câncer de mama, no período de março de 2018 a janeiro de 2019. As variáveis colhidas foram submetidas à estatística descritiva utilizando-se o teste Quiquadrado. Resultados: Identificamos que 56% das mulheres tinham mais de 50 anos e 31% tiveram seu diagnóstico entre 40-50 anos. A forma de identificar a doença foi o autoexame realizado pela paciente (59%), seguido por mamografia (30%). Todavia ao diagnóstico, 43% já apresentavam doença com linfonodo axilar clinicamente comprometido. De acordo com a paridade, a maioria das pacientes (62%), tiveram sua primeira gestação antes dos 30 anos e amamentaram por aproximadamente seis meses. Em relação à história familiar, 83% delas não apresentam alto risco, e à escolaridade, 58% das pacientes possuíam apenas o primeiro grau. Conclusão: O rastreio mamográfico deveria contemplar mulheres acima de 40 anos mesmo na ausência de fatores de risco, visto que 31% do grupo, obtiveram seu diagnóstico nesta faixa etária. Nota-se ainda a necessidade da criação de políticas públicas destinadas ao alcance principalmente da população feminina de baixa escolaridade.