Diferenciação entre Listeria monocytogenes e Erysipelothrix rhusiopathiae com o clorêto de Trifeniltetrazólio

Experiências foram realizadas com bactérias dos gêneros Listeria e Erysipelothrix, em meios líquido e sólido, utilizando o clorêto de 2, 3, 5 - trifeniltetrazólio. A atividade enzimática redutora das listérias para o TTC foi diferente da do E. rhusiopathiae, principalmente em meio líquido e nas hora...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Dias, Vinicius Moreira, Silva, Niber da Paz M.
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1958
País:Brasil
Recursos:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/53776
Acesso em linha:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/53776
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Listeria monocytogenes
Erysipelothrix rhusiopathiae
Clorêto de Trifeniltetrazólio
Diferenças
Descrição
Resumo:Experiências foram realizadas com bactérias dos gêneros Listeria e Erysipelothrix, em meios líquido e sólido, utilizando o clorêto de 2, 3, 5 - trifeniltetrazólio. A atividade enzimática redutora das listérias para o TTC foi diferente da do E. rhusiopathiae, principalmente em meio líquido e nas horas iniciais de observação. Preparações feitas para microscopia ótica e electrônica dos germes tratados com TTC revelaram a presença de granulações polares, bipolares e centrais dentro do corpo das listérias. A evidenciação de granulações coradas de formazana, intracelulares nas listérias, confirma estudos anteriores quanto à possibilidade da existência de mitocôndrias nas bactérias.