Limites e possibilidades das operações urbanas consorciadas: notas sobre o caso da área central de Niterói (RJ)
A presente dissertação trata do instrumento Operação Urbana Consorciada, tendo como caso-referência a OUC da Área Central de Niterói. Em que medida a OUC pode contribuir para a redução das desigualdades sociais ou até que ponto acirra o processo de elitização da cidade é a principal questão a ser re...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/23964 |
| Acceso en línea: | http://app.uff.br/riuff/handle/1/23964 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Operações urbanas consorciadas Planejamento Gentrificação Áreas centrais Niterói Espaço urbano Planejamento urbano Niterói (RJ) Urban operations Planning Gentrification |
| Sumario: | A presente dissertação trata do instrumento Operação Urbana Consorciada, tendo como caso-referência a OUC da Área Central de Niterói. Em que medida a OUC pode contribuir para a redução das desigualdades sociais ou até que ponto acirra o processo de elitização da cidade é a principal questão a ser respondida nesta dissertação. O Capítulo I discute as OUC à luz dos seguintes elementos: a desregulamentação do uso e ocupação do solo; a adoção das parcerias público- privadas; a perda do controle da gestão do território, revisando as experiências internacionais sobre esta ótica. Em seguida, analisa sua incorporação ao Estatuto da Cidade e revisa os casos nacionais de Água Espraiada e Água Branca (SP) e Porto Maravilha (RJ). Por fim, reflete sobre a produção contemporânea do espaço urbano. O Capítulo II apresenta o histórico da área central de Niterói, destacando as propostas de renovação das últimas décadas, que abrangem a dimensão socioeconômica e a informalidade. O Capitulo III analisa a OUC de Niterói, seu processo de aprovação, o Plano de intervenção e o Estudo de Impacto de Vizinhança e observa o processo de valorização fundiária. Examinamos, também, as medidas que vêm sendo tentadas para viabilizar a OUC num momento de crise econômica. A conclusão reafirma a dificuldade de combater a segregação socioespacial por meio de OUC, em um país da “semiperiferia” do capitalismo, além de apontar as possibilidades desperdiçadas na experiência de Niterói, que, ao que tudo indica, revela a ampliação do desafio de produzir cidades mais inclusivas e democráticas. |
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