A China pode afetar a transição energética na América Latina? Uma análise a partir do índice de transição energética do Fórum Econômico Mundial

O objetivo deste trabalho consiste em explorar trajetórias de transição energética na China e América Latina indicando suas sinergias e potencialidades. Partindo de uma descrição do Índice de Transição Energética (Energy Transition Index – ETI) e de uma explicação acerca de sua metodologia, buscou-s...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Ungaretti, Carlos Renato, Mendonça, Marco Aurélio Alves de, Nunes, Ticiana Gabrielle Amaral
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/16655
Acceso en línea:https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/16655
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Energia. Fontes de Energia
Transição energética
Índice de transição Energética
Investimentos
Descripción
Sumario:O objetivo deste trabalho consiste em explorar trajetórias de transição energética na China e América Latina indicando suas sinergias e potencialidades. Partindo de uma descrição do Índice de Transição Energética (Energy Transition Index – ETI) e de uma explicação acerca de sua metodologia, buscou-se mapear a transição energética global, enfatizando seu momentum desafiador e o imperativo de sua aceleração. Nesse sentido, identificaram-se estratégias que podem ser concebidas e implementadas para a descarbonização dos sistemas de energia e sublinhou-se a importância da cooperação internacional. Dadas as particularidades nacionais e regionais, observaram-se a evolução e as perspectivas da transição energética na China e na América Latina, sobretudo no que diz respeito às dimensões de equidade, segurança e sustentabilidade. Argumentou-se que a China pode se constituir uma aliada-chave para a transição energética na América Latina, contribuindo para a redução das lacunas de investimento, a diversificação dos sistemas de energia e o desenvolvimento de indústrias verdes.