Ressurreição e Dom Casmurro: o narrador onisciente e o autor ficcional
O presente artigo tem por objetivo analisar as semelhanças e diferenças entre os romances Ressurreição (1872) e Dom Casmurro (1899), de Machado e Assis. Tendo em vista a proximidade da temática das duas obras – um homem, corroído pelos ciúmes, que destrói seu relacionamento com a mulher amada –, ten...
| Author: | |
|---|---|
| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2025 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Via Atlântica (Online) |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/214760 |
| Online Access: | https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/214760 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Machado de Assis Dom Casmurro Ressurreição |
| Summary: | O presente artigo tem por objetivo analisar as semelhanças e diferenças entre os romances Ressurreição (1872) e Dom Casmurro (1899), de Machado e Assis. Tendo em vista a proximidade da temática das duas obras – um homem, corroído pelos ciúmes, que destrói seu relacionamento com a mulher amada –, tenciona-se entender os elementos que distanciam esses dois romances. Em especial, buscar-se-á investigar como as instâncias de narração onisciente em Ressurreição e de autoria ficcional em Dom Casmurro trabalham para tornar as estruturas literárias do romance inaugural de Machado mais complexas quando da publicação da narrativa de Bento Santiago e Capitu. |
|---|