Amazonas, Amazonas de Glauber Rocha e a música de Villa-Lobos: representações entre passado, presente e futuro
Glauber Rocha realizou o documentário de encomenda Amazonas, Amazonas (1966) após Deus e o diabo na terra do sol (1964), lançando mão novamente de músicas de Villa-Lobos: a peça Uirapuru e Estudos para violão, alguns deles já utilizados em Arraial do Cabo (Paulo Cezar Saraceni e Mário Carneiro, 1959...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM) |
| Repositorio: | Intercom (São Paulo. Online. 2006) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revista.intercom.org.br:article/3584 |
| Acceso en línea: | https://revistas.intercom.org.br/index.php/revistaintercom/article/view/3584 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cinema Novo Glauber Rocha Villa-Lobos Cinema e Música Representações |
| Sumario: | Glauber Rocha realizou o documentário de encomenda Amazonas, Amazonas (1966) após Deus e o diabo na terra do sol (1964), lançando mão novamente de músicas de Villa-Lobos: a peça Uirapuru e Estudos para violão, alguns deles já utilizados em Arraial do Cabo (Paulo Cezar Saraceni e Mário Carneiro, 1959). Destacamos as escolhas musicais e como elas, em conjunção com as imagens e outros elementos sonoros, atuam em Amazonas, Amazonas, tendo em vista as representações da região amazônica, entre mitos, sua desconstrução e evocações do subdesenvolvimento e do progresso, em uma estética entre filme institucional e Cinema Novo. Observamos que, na distribuição dos dois conjuntos de peças (Uirapuru e peças para violão) ao longo do filme, para além de uma relação temporal com um passado mítico ou com o presente da região, há uma lógica geográfica. Destacamos também reutilizações da peça Uirapuru em outros filmes. |
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