Wittgenstein: a filosofia da linguagem como filosofia primeira e paradigma

Num certo momento de leituras e diálogos que o autor desta dissertação teve oportunidade de realizar, surgiu uma objeção que pode ser assim expressa: seria cabível afirmar que a filosofia da linguagem é, atualmente, um paradigma, quando ela reflete sobre a liquidação da própria filosofia? Não há not...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Célio Moreira Cardoso
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1980
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/BUOS-9NUGXR
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/1843/BUOS-9NUGXR
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Filosofia
Wittgenstein, Ludwig, 1889-1951
Linguagem
Descrição
Resumo:Num certo momento de leituras e diálogos que o autor desta dissertação teve oportunidade de realizar, surgiu uma objeção que pode ser assim expressa: seria cabível afirmar que a filosofia da linguagem é, atualmente, um paradigma, quando ela reflete sobre a liquidação da própria filosofia? Não há notícia de que algum paradigma científico se tenha preocupado com o aniquilamento da própria ciência! É verdade que esta dissertação não afirma que a filosofia da linguagem é paradigma, uma vez que a época atual é considerada como pré-paradigmática, cheia de caminhos que se cruzam e se distanciam, sem que tenha aparecido uma obra que polarize e encaminhe os problemas e interesses do século XX.