[pt] O BRINCAR COMO DEVIR: DA CRIATIVIDADE PRIMÁRIA ÀS PRÁTICAS DA LIBERDADE

[pt] A pandemia da COVID-19 impôs algumas questões para as subjetividades contemporâneas, havendo sido uma delas a que emerge da tensão entre a liberdade individual e o cuidado coletivo. Partindo deste campo de tensões, propusemos uma investigação psicanalítica da subjetivação a partir do que Donald...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: ARTHUR MARINS FRANCO
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:66279
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=66279&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=66279&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.66279
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] PSICANALISE
[pt] BRINCAR
[pt] SIGMUND FREUD
[pt] WINNICOTT
[pt] METAPSICOLOGIA
[en] PSYCHOANALYSIS
[en] PLAY
[en] SIGMUND FREUD
[en] WINNICOTT
[en] METAPSYCHOLOGY
Descripción
Sumario:[pt] A pandemia da COVID-19 impôs algumas questões para as subjetividades contemporâneas, havendo sido uma delas a que emerge da tensão entre a liberdade individual e o cuidado coletivo. Partindo deste campo de tensões, propusemos uma investigação psicanalítica da subjetivação a partir do que Donald Winnicott nomeou como um arranjo indivíduo-ambiente. Tematizando o infantil como aquilo que começa a partir do arranjamento, empreendemos um estudo teórico acerca das confluências e diferenças entre um plano ambiental, articulado à teoria da dependência de Winnicott e um plano pulsional da subjetivação, próprio da relação do sujeito com seus desejos. Mantendo o diálogo com a metapsicologia freudiana, articulamos este infantil ao brincar, propondo que a busca pelo self que lhe é própria pode também ser pensada como uma prática não intelectualizada da liberdade, que articula dependência e satisfação pulsional.