(Re)ordenamento territorial do crime no Estado do Rio de Janeiro pós implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP)

A política pública de segurança da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) proporciona de 2008 a 2013 uma ampla redução de crimes violentos e patrimoniais nos territórios que atuou. Todavia, em outras regiões do Estado do Rio de Janeiro não comtemplados pelo Programa existiu um crescimento das taxas e...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Brilhante, Thayná Bitencourt Cabral
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/12050
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/12050
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:UPP
Violência
Ordenamento Territorial do Crime
Crime
Violence
Territorial Order of Crime
Ciência Política
Descripción
Sumario:A política pública de segurança da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) proporciona de 2008 a 2013 uma ampla redução de crimes violentos e patrimoniais nos territórios que atuou. Todavia, em outras regiões do Estado do Rio de Janeiro não comtemplados pelo Programa existiu um crescimento das taxas e da intensidade dos hot spots destes crimes, sinalizando a existência de um processo de (re)ordenamento territorial da violência urbana. Esta nova configuração é caracterizada pela menor incidência criminal em áreas próximas aos equipamentos olímpicos e crescimento do número de registros na Grande Niterói e Baixada Fluminense, isto é, o custo do crime passou a ser acentuado em municípios que se encontravam em relação periférica com a capital. Contudo, de 2013 a 2017, os territórios “pacificados” passaram a ter elevações em seus indicadores criminais, fato que aparenta descrever o início de um processo de “falência” do Programa em prover a segurança. Combinado a isto, as demais regiões sem UPP também possuíram crescimento do número de registros de crimes patrimoniais e violentos neste período. Existindo nos anos de 2015 e 2017 uma nova conformação espacial da violência urbana. Esta, caracterizada pela intensificação das taxas e hot spots criminais em todo o Estado, auferindo aumento do custo do crime