Diagnóstico ultra-sonográfico do momento ovulatório em búfalas (Bubalus bubalis) inseminadas no estro espontâneo e induzido

O objetivo deste experimento foi determinar o intervalo entre o início do estro induzido ou espontâneo e a ovulação em fêmeas bubalinas (Bubalus bubalis) com o auxílio da ultra-sonografia, o que permitirá a determinação de um horário mais apropriado para a I.A. pré-fixada. Nos meses de março a junho...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Diaz, Jorge Damian Stumpfs, Oliveira, Alexandre Tavares Duarte de, Aguiar, Paulo Ricardo Loss, Rodrigues, José Luiz Rigo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2001
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/22527
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/22527
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Inseminacao artificial
Buffaloes
Progestogen
Prostaglandin F2 alpha
Ovulation
Ultrasonography
Artificial insemination
Descripción
Sumario:O objetivo deste experimento foi determinar o intervalo entre o início do estro induzido ou espontâneo e a ovulação em fêmeas bubalinas (Bubalus bubalis) com o auxílio da ultra-sonografia, o que permitirá a determinação de um horário mais apropriado para a I.A. pré-fixada. Nos meses de março a junho, outono no sul do Brasil (época reprodutiva dos bubalinos), 132 fêmeas adultas ciclando foram divididas em 3 grupos experimentais: Grupo A - 53 fêmeas foram tratadas com implante subcutâneo de Norgestomet ou espiral intravaginal contendo progesterona. Na retirada dos dispositivos, foi aplicado 250μg de cloprostenol pela via intra-submucosa vulvar (i.s.m.v.), Grupo B - 48 búfalas foram tratadas com dupla aplicação de 250μg de cloprostenol pela via i.s.m.v. com intervalo de 11 dias e Grupo C - 31 búfalas foram consideradas testemunhas, sem tratamento. Todas as búfalas foram inseminadas no momento da observação do maior diâmetro do folículo pré-ovulatório, detectado por ultrasonografia, durante o estro. Após o diagnóstico de prenhez, constatou-se, nos três tratamentos, que houve diferença significativa entre as búfalas prenhes e vazias no período compreendido entre o início do estro até o momento da ovulação e no período entre a I.A.e a ovulação. Os índices de prenhez foram de 41,5%, 52,1% e 54,8% nos grupos A, B e C, respectivamente. A variação no intervalo estro-ovulação nas búfalas é uma barreira para a obtenção de taxas de prenhez por I.A. pré-fixada comparáveis à monta natural, tanto no estro induzido através de progesterona e prostaglandina F2 alfa como no estro espontâneo.