Produção e pós-colheita de lisianthus cultivado em ambiente protegido

Na busca de conhecimento sobre produção e pós-colheita de lisianthus para flor de corte, foram realizados dois experimentos com objetivos de: i) estabelecer o ciclo produtivo e caracterizar fitotécnicamente variedades de lisianthus; ii) verificar a eficiência de soluções conservantes na vida pós-col...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Alves, Camila Magalhães Lameiras
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositório:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:português
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/4576
Acesso em linha:http://locus.ufv.br/handle/123456789/4576
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Produção
Pós-colheita, Lisianthus
Production
Post-harvest
Lisianthus
CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA::FITOTECNIA
Descrição
Resumo:Na busca de conhecimento sobre produção e pós-colheita de lisianthus para flor de corte, foram realizados dois experimentos com objetivos de: i) estabelecer o ciclo produtivo e caracterizar fitotécnicamente variedades de lisianthus; ii) verificar a eficiência de soluções conservantes na vida pós-colheita das hastes florais de lisianthus. O primeiro foi realizado em casa de vegetação do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa (MG) em canteiros com substrato (solo: areia: vermiculita) na proporção de 6:3:1 (v/v/v). O delineamento foi em Blocos casualizados, utilizando-se quatro variedades, ABC (branca), Bolero (branca), Borealis (branca) e Echo (rosa), em quatro repetições, sendo a unidade experimental constituída de seis plantas. Foram realizadas avaliações aos 60 e 90 dias após o transplantio, na abertura da primeira flor e quando a haste apresentava duas ou mais flores abertas, considerada o ponto de colheita. Foram avaliadas as características: ciclo de produção, altura da haste, número de folhas, número de ramificações, número de flores, diâmetros da haste e das flores e matérias fresca e seca. O segundo experimento foi em delineamento inteiramente casualizado, planejado em esquema fatorial (4x5), sendo utilizadas 4 variedades de lisianthus ABC, Bolero, Borealis e Echo e 5 soluções preservativas, com 5 repetições. Cada repetição foi constituída de 1 haste floral, colocada em frasco contendo 200mL de solução. As soluções foram aplicadas na forma de pulsing, ou seja, imersão da base da haste por um período de 24 horas. As soluções preservativas utilizadas foram: controle; sacarose 3%; sacarose 3% + etanol 2%; solução comercial e sacarose 3% + ácido cítrico 15%. A solução controle foi constituída de água e a comercial pelo produto Flower® (Ecoplanet,SC). As hastes foram padronizadas com 70 cm de altura, 5 botões e 2 flores abertas, e após, foram colocadas em vasos com as diferentes soluções. Diariamente foram avaliados: o volume de água absorvida, o peso das hastes, abertura de flores de acordo com escala de abertura, sendo: nota 0 = flor em botão, e 4 = flor aberta, índice SPAD, qualidade das hastes e longevidade das inflorescências. A variedade ABC mostrou-se mais tardia, mas foi mais eficiente quanto ao porte, diâmetro da haste, produção de folhas e de matérias fresca e seca. Maior produção de flores foi constatada nas variedades ABC e Borealis, embora a variedade Echo tenha produzido flores maiores. A solução constituída de sacarose 3%, proporcionou maior longevidade das hastes para todas as variedades, sendo mais indicada para a conservação pós-colheita de inflorescências lisianthus.