Govenança em Turismo: as cidades de São Paulo e de Santiago do Chile em foco
Esta dissertação busca entender a governança no planejamento da atividade turística nos municípios de São Paulo (Brasil) e Santiago (Chile) por meio de uma abordagem qualitativa, exploratória e de um ponto de vista relacional, traduzido pela definição de Patrick Le Galés (2011) que afirma que a gove...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-14102015-100441 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/84/84131/tde-14102015-100441/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Democratic Democrático Governança Governance Santiago São Paulo Tourism Turismo |
| Sumario: | Esta dissertação busca entender a governança no planejamento da atividade turística nos municípios de São Paulo (Brasil) e Santiago (Chile) por meio de uma abordagem qualitativa, exploratória e de um ponto de vista relacional, traduzido pela definição de Patrick Le Galés (2011) que afirma que a governança é \"um processo de coordenação de atores, grupos sociais e instituições para alcançar objetivos discutidos e definidos coletivamente em ambientes incertos e fragmentados\" (p. 748, tradução nossa). A principal hipótese defendia que a consistência da governança local em turismo depende dela contemplar, na medida da possível, os interesses dos diversos atores que se relacionam nesse processo. Durante a pesquisa foi observado que os municípios possuem níveis diferentes de desenvolvimento e maturação da atividade turística, levando a níveis diferentes de governança: São Paulo possui um espaço formal de discussão, o COMTUR, espaço que sofre com a ineficiência das discussões e ausência de discussões estratégicas, o que pode ser explicado pela falta de clareza dos papeis dos atores locais e pouco entendimento do turismo enquanto atividade sistêmica. A cidade apresenta ainda uma estrutura de governança com pouca presença da sociedade civil, ao contrário de Santiago que, no desenvolvimento do seu plano, o Plan Capital, busca inserir todos os atores nas mesas de discussões, esforço este que não é percebido como suficiente pela sociedade civil. No entanto, Santiago sofre com outros problemas, como a ausência de uma liderança clara, a falta de integração entre as comunas e um planejamento turístico ainda em fase inicial. A análise dos casos mostrou pontos importantes da governança como os diferentes níveis de governança, resultado dos diferentes arranjos políticos e sociais, a participação da sociedade civil, que pode ser influenciada por arranjos já existentes e pelo interesse da população local no tema, e a importância dos espaços de discussão, os quais influenciam diretamente a governança, podendo criar círculos virtuosos ou viciosos. |
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