ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DA GESTÃO PÚBLICA DAS CAPITAIS BRASILEIRAS

O objetivo deste artigo é analisar quais informações econômico-financeiras proveniente da contabilidade aplicada ao setor público, e as informações não contábeis possuem valor preditivo na determinação da variação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDH-M. Este trabalho tem caráter de pe...

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Detalles Bibliográficos
Autores: da Silva Neto, Antonio Firmino, Gomes da Silva, José Dionísio, da Silva, Maurício Côrrea
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:REUNIR: Revista de Administração. Contabilidade e Sustentabilidade
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.150.165.111.246:article/561
Acceso en línea:https://reunir.revistas.ufcg.edu.br/index.php/uacc/article/view/561
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Gestão Pública. Eficiência. IDH-M
Descripción
Sumario:O objetivo deste artigo é analisar quais informações econômico-financeiras proveniente da contabilidade aplicada ao setor público, e as informações não contábeis possuem valor preditivo na determinação da variação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDH-M. Este trabalho tem caráter de pesquisa explicativa com análise quantitativa. Os procedimentos metodológicos se traduzem quantos aos objetivos como descritiva; quanto aos resultados foi utilizada análise multivariada - regressão linear múltipla, com auxílio do método Stepwise. Foram coletados dados do IDH-M como variável dependente; e como variáveis independentes a variação das variáveis contábeis e não contábeis para os períodos de 1991 e 2010, sendo os valores absolutos transformados em dados per capita. Os resultados demonstram que as capitais mais eficientes, a partir da evolução positiva do IDH-M, são Florianópolis e Vitória, que se mantiveram com os melhores IDH-M, acima da média. Todas as capitais da região sul e sudestes estão entre as nove com o IDH-M mais elevado, tendo como parâmetro o IDH-M em cada período analisado 1991, 2000 e 2010 e principalmente a sua variação.