Barriers and facilitators to influenza vaccination observed by officers of national immunization programs in South America countries with contrasting coverage rates

A influenza é uma doença grave, imunoprevenível, para a qual os programas de vacinação nos países latino-americanos apresentam taxas de cobertura contrastantes, desde 29% no Paraguai até 89% no Brasil. O artigo explora de que maneira os programas nacionais de influenza em países selecionados da Amér...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: González Block, Miguel Ángel, Díaz Portillo, Sandra Patricia, Arroyo Laguna, Juan, Comes, Yamila, Crocco Abalos, Pedro Francisco, Leal, Andrea Fachel, Noboa, Laura, Knauth, Daniela Riva, Rodríguez Zea, Berenice, Ruoti, Mónica, Sarti, Elsa, Puentes Rosas, Esteban
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/237952
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/237952
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Influenza humana
Programas de vacinação
Vacinação
América Latina
Human influenza
Vaccine-preventable diseases
Immunization programs
Vaccination
Gripe humana
Enfermedades prevenibles por vacunación
Programas de inmunización
Vacunación
Descripción
Sumario:A influenza é uma doença grave, imunoprevenível, para a qual os programas de vacinação nos países latino-americanos apresentam taxas de cobertura contrastantes, desde 29% no Paraguai até 89% no Brasil. O artigo explora de que maneira os programas nacionais de influenza em países selecionados da América do Sul lidam com a confiança e a conveniência da vacina, assim como, a acomodação em relação à doença. As barreiras e facilitadores dos programas de vacinação contra influenza foram observados em relação à hesitação vacinal, através de análise documental e entrevistas com 38 autoridades de programas nacionais de imunização em países com desempenho alto (Brasil e Chile) e baixo (Paraguai, Peru e Uruguai). As políticas de vacinação contra influenza, financiamento da compra de vacinas, coordenação e acessibilidade são consideradas boas ou aceitáveis. As estratégias nacionais de comunicação estão concentradas na disponibilidade durante campanhas. No Chile, Paraguai e Uruguay, a propaganda antivacina foi mencionada enquanto problema. A programação e a implementação enfrentam escassez de recursos humanos na maioria dos países. Dados estatísticos, sistemas de informação em saúde e registros nominais de grupos de risco estão disponíveis, com limitações no Peru e no Paraguai. A promoção da saúde, supervisão, monitoramento e avaliação foram percebidas como oportunidades para tratar da confiança e da acomodação. Os programas de vacinação contra influenza identificam e agem sobre a maioria das barreiras e facilitadores que afetam a hesitação vacinal através de estratégias do lado da oferta, tratando principalmente da conveniência da vacina. A confiança e a acomodação não são tratadas de maneira suficiente, com exceção notável do Uruguai. Os programas têm a oportunidade de desenvolver abordagens que integram os lados da oferta e da procura.