ATIVIDADES INSTRUMENTAIS DE VIDA DIÁRIA E SINTOMATOLOGIA DEPRESSIVA EM IDOSOS COMUNITÁRIOS
Introdução: as atividades instrumentais de vida diária (AIVD) são essenciais para que o indivíduo idoso atue de forma independente na comunidade. Estudos têm reportado associação entre as AIVD e a sintomatologia depressiva em idosos. Objetivos: verificar, em idosos comunitários, se a dependência nas...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:seer.ufrgs.br:article/118922 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/118922 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Atividades Cotidianas Idoso Depressão Atividades instrumentais e sintomatologia depressiva |
| Sumario: | Introdução: as atividades instrumentais de vida diária (AIVD) são essenciais para que o indivíduo idoso atue de forma independente na comunidade. Estudos têm reportado associação entre as AIVD e a sintomatologia depressiva em idosos. Objetivos: verificar, em idosos comunitários, se a dependência nas AIVD e a sintomatologia depressiva diferem em relação ao sexo e à faixa etária, e se há correlação entre as AIVD e a sintomatologia depressiva. Métodos: estudo transversal com cem idosos comunitários. A dependência nas AIVD foi avaliada pela Escala de Lawton & Brody, e os sintomas depressivos pela Escala Geriátrica de Depressão. Utilizou-se o coeficiente de Spearman para avaliar a correlação entre sintomas depressivos e dependência nas AIVD, e o teste qui-quadrado de Pearson (χ2) para verificar a diferença na sintomatologia depressiva e na dependência nas AIVD entre os sexos e faixas etárias (p ≤ 0,05). Resultados: dos cem idosos, 61% eram do sexo feminino, 53% tinham até 69 anos e 47% tinham 70 anos ou mais. Houve correlação entre os sintomas depressivos e a dependência nas AIVD (r = - 0,541 p = 0,01). A presença de sintomatologia depressiva e a dependência nas AIVD foram maiores nas mulheres (p = 0,02); a dependência nas AIVD foi mais frequente nos idosos mais velhos (p = 0,01). Conclusão: a sintomatologia depressiva foi mais comum nas idosas. A independência nas AIVD foi predominante entre os homens e entre os idosos com até 69 anos. As AIVD e os sintomas depressivos apresentaram correlação significativa. |
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