“Em Diligência De Se Libertar”: Alforria, Família Escrava E Tráfico Interprovincial, No Alto Sertão Da Bahia - Termo De Monte Alto (1810 - 1888)
Este estudo analisa as relações entre senhores e escravos elaboradas nas diversas experiências de convívio de grandes, médias e pequenas propriedades do termo de Monte Alto, no Alto Sertão da Bahia. Interessa compreender, sobretudo, os diferentes meandros percorridos por escravos com senhores, forro...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/31917 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31917 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ciências Humanas Escravidão Família escrava Alforria Tráfico interprovincial Monte Alto Slavery Manumission Slave family Internal traffic |
| Sumario: | Este estudo analisa as relações entre senhores e escravos elaboradas nas diversas experiências de convívio de grandes, médias e pequenas propriedades do termo de Monte Alto, no Alto Sertão da Bahia. Interessa compreender, sobretudo, os diferentes meandros percorridos por escravos com senhores, forros e livres pobres na busca pela alforria e manutenção dos laços familiares, destacando as diferenciações e implicações do ser cativo de grandes, médias e pequenas propriedades. Situa-se entre os anos de 1810 e 1888, século XIX, período marcado pela vigência do tráfico atlântico, da expansão do tráfico interno e das leis emancipacionistas. O fim do tráfico atlântico, em 1850, e a intensificação do tráfico interprovincial a partir de 1840, na região do Alto Sertão baiano, marcaram a vida de cativos com a recorrente ameaça de venda e a relutância de senhores em conceder a alforria, tornando-a difícil e complexa. Grandes propriedades contaram com escravaria numerosa e condições econômicas versáteis, o que permitiu a cativos encontrarem, na dinâmica daquelas atividades, maiores possibilidades de tecerem arranjos e negociações com seus senhores, diferentemente dos cativos de pequenas propriedades, que não puderam contar com as mesmas chances. Nesse viés de argumentação, tentarei demonstrar que a integralidade da família escrava e a obtenção da alforria foram favorecidas em grandes e médias propriedades, ainda que o tráfico interno constituísse força na região. |
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