Desenvolvimento da versão breve da Escala de Ritmo Social

Objetivo: O objetivo deste trabalho é o estabelecimento de uma versão abreviada da Escala de Ritmo Social, com vistas à aplicação em pesquisa. Métodos: Tomando como padrão-ouro a Escala de Ritmo Social de 17 itens, estabelecidas três versões breves a partir de três critérios diferentes. Comparados e...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Schimitt, Regina Lopes, Hidalgo, Maria Paz Loayza
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositório:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/240306
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/240306
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Psicometria
Cronobiologia
Depressão
Epilepsia
Social rhythm
Chronobiology
Depression
Epilepsy
Descrição
Resumo:Objetivo: O objetivo deste trabalho é o estabelecimento de uma versão abreviada da Escala de Ritmo Social, com vistas à aplicação em pesquisa. Métodos: Tomando como padrão-ouro a Escala de Ritmo Social de 17 itens, estabelecidas três versões breves a partir de três critérios diferentes. Comparados escores de regularidade e quantidade de atividades desenvolvidas em um período de uma semana de 167 sujeitos saudáveis, 25 portadores de epilepsia mioclônica juvenil e 16 portadores de transtorno depressivo. Resultados: A versão breve de seis itens mostrou melhor concordância com relação ao padrão-ouro k = 0,51; p < 0,001. A análise bivariada demonstrou significativa correlação entre a versão breve-6 e o padrão-ouro: (r = 0,87; p < 0,001). Houve correlação com idade na versão breve-6 (r = 0,2; p < 0,001), ainda mais significativa do que no padrão-ouro (r = 0,2; P < 0,01). Na análise ANOVA, o grupo saudável apresentou escores mais altos de regularidade em ambas as escalas. Com relação à quantidade de atividades, o grupo saudável assemelhou-se ao dos portadores de epilepsia e o dos portadores de depressão apresentou médias mais baixas. Conclusão: A simplificação da escala diminui a porcentagem de itens não preenchidos e custo em material impresso e facilita a padronização. O processo envolveu cuidadosa análise da adequação do instrumento à cultura-alvo