Função reflexiva e capacidade de mentalização em pais de crianças em cuidados paliativos

Uma boa capacidade de mentalização (CM) e de função reflexiva (FR) pode ser protetiva em situações de estresse e de trauma, principalmente no contexto de cuidados paliativos (CP). Objetivou-se compreender a experiência dos pais de crianças em cuidados paliativos sob a perspectiva da abordagem da men...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Paiani, Raquel Lacerda
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Repositorio:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/13483
Acceso en línea:http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13483
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ACCNPQ::Ciências Humanas::Psicologia
Cuidados paliativos
Crianças
Pais
Capacidade de mentalização
Função reflexiva
Palliative care
Children
Parents
Mentalization
Reflective functioning
Descripción
Sumario:Uma boa capacidade de mentalização (CM) e de função reflexiva (FR) pode ser protetiva em situações de estresse e de trauma, principalmente no contexto de cuidados paliativos (CP). Objetivou-se compreender a experiência dos pais de crianças em cuidados paliativos sob a perspectiva da abordagem da mentalização. Trata-se de uma pesquisa de método qualitativo, de caráter exploratório e transversal, com estudo de casos múltiplos, que ocorreu em um hospital na capital do Rio Grande do Sul. Os participantes foram 5 pais, sendo 3 mães e 2 pais de crianças que estavam em acompanhamento pela equipe de CP. As crianças tinham idade entre 16 dias e 7 anos. Os diagnósticos foram de uma anomalia genética e outros oncológicos de tumor de cabeça. Foram utilizados o Questionário de Dados Sociodemográficos e Clínicos, o Reflective Functioning Questionnaire e a Entrevista de História de Vida e Relações Atuais. Os resultados sugerem que pais com uma boa CM podem ser mais aptos a lidar com os desafios emocionais impostos pelo diagnóstico e tratamento de seus filhos. Essas habilidades podem permitir que os pais interpretem e regulem melhor seus próprios estados emocionais, o que, por sua vez, contribuindo para um suporte emocional mais adequado aos seus filhos.