A Família Antonino através dos tempos.
A Profª Estelita Antonino de Sousa lecionou a disciplina História e tornou‐se, ao longo de sua vida, a historiadora da comunidade rural onde nasceu. Como tal, procura registrar a trajetória de pessoas que viveram no Ligeiro, desde décadas passadas até as pessoas de seu convívio, na atualidade. A Pro...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:localhost:riufcg/31641 |
| Acceso en línea: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/31641 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Família Antonino - Serra Branca - PB Famílias tradicionais do Cariri Paraibano Serra Branca - PB - Família Antonino Cariri Paraibano - Família Antonino Famílias paraibanas Ligeiro - Serra Branca - PB - história Primeiros habitantes do Ligeiro - Serra Branca - PB Antonino Family - Serra Branca - PB Traditional families from Cariri Paraiba Serra Branca - PB - Antonino Family Cariri Paraibano - Antonino Family Families from paraiba Ligeiro - Serra Branca - PB - history First inhabitants of the Ligeiro - Serra Branca - PB História. |
| Sumario: | A Profª Estelita Antonino de Sousa lecionou a disciplina História e tornou‐se, ao longo de sua vida, a historiadora da comunidade rural onde nasceu. Como tal, procura registrar a trajetória de pessoas que viveram no Ligeiro, desde décadas passadas até as pessoas de seu convívio, na atualidade. A Profª. Estelita tem um objetivo muito significativo, que é escrever para os pósteros a história dos moradores do Ligeiro, com passagem da vida profissional de cada um e o entrosamento social da coletividade. Geralmente, os dias transcorrem na normalidade de pessoas muito ocupadas com seus afazeres durante a semana de 2ª - 6ª feira; aos sábados dedicados à feira em Serra Branca, ao encontro das pessoas amigas e os domingos são dias consagrados ao descanso, à igreja e à diversão com os familiares. Com uma pesquisa que tem como recurso a memória e a oralidade das pessoas mais velhas, a Prof‐'. Estelita prepara o conteúdo de seu trabalho histórico, através de informações, como flores que vai colhendo no jardim da vida de cada um. É um trabalho semelhante ao do garimpeiro e, incansavelmente, faz uma escolha dos fatos que não podem ser omitidos e narra a trajetória das personagens da vida real Conheço a autora desses escritos e concordo que se tem um futuro mais promissor, quando se conhece a luta das pessoas que no passado trabalharam para que seus descendentes vivessem um presente com menos dificuldades. A vinda dos primeiros habitantes, a construção das primeiras casas, o nascimento dos filhos, a luta pela sobrevivência, o transportes dos alimentos em burros vindos de cidades distantes, as boiadas tangidas a pé, o trabalho exaustivo na seca, a preocupação com o estudo dos filhos, o plantio da agricultura de subsistência, as atividades contínuas para a criação do gado, da ovelha e do bode, tudo isso faz parte do cotidiano dos habitantes do Ligeiro, que a Profª Estelita não perde a chance de perpetuar através de seus escritos. Nessa oportunidade, ela faz homenagem a várias pessoas do Ligeiro, inclusive a meu pai João Francisco de Assis, seu irmão mais velho. Ela é sempre muito agradecida a ele por ter se preocupado com seus estudos, na época de sua juventude. Porém, ela e ele merecem o carinho que sempre sentiram um pelo outro, o amor pelos livros e a sede de conhecimento os fizeram parceiros. Meu pai deixou essa vida em 1984, estamos em 2010 e a sua irmã não perde uma oportunidade de lhe tecer elogios. Tenho muito que agradecê‐la por tanto carinho e pelas orações que sempre faz por ele. Muitas outras pessoas mereceram da historiadora a citação de seus nomes nesse trabalho e a intenção da Profª Estelita é apresentá‐las aos novos habitantes da comunidade, que se irmanam nas comemorações celebradas nas datas festivas e religiosas. Aos leitores e leitoras, um bom aproveitamento desse conhecimento histórico, que a memória dos antepassados conta para a atualidade, através da generosidade e pesquisa da historiadora Profª Estelita Antonino de Sousa, a quem agradeço com sensibilidade o presente de escrever este prefácio. Diana Martins. |
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