“UM NADA EM RELAÇÃO AO INFINITO”: O ANIQUILAMENTO NA COMPARAÇÃO PASCALIANA

Tanto nos Pensamentos quanto em seus trabalhos matemáticos, Pascal faz referência ao “nada”, assim como a um processo que poderíamos chamar de “aniquilamento” (seguindo o termo do fragmento Sellier 680, Lafuma 418), segundo o qual aquilo que é finito se torna um nada diante do infinito. O “nada” pas...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Cortese, João Figueiredo Nobre
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Cadernos Espinosanos (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/159444
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/espinosanos/article/view/159444
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Blaise Pascal
Nothing
Infinity
Disproportion
Indivisible
Comparison
Nada
Infinito
Desproporção
Indivisível
Comparação
Descripción
Sumario:Tanto nos Pensamentos quanto em seus trabalhos matemáticos, Pascal faz referência ao “nada”, assim como a um processo que poderíamos chamar de “aniquilamento” (seguindo o termo do fragmento Sellier 680, Lafuma 418), segundo o qual aquilo que é finito se torna um nada diante do infinito. O “nada” pascaliano, segundo a interpretação aqui defendida, pode ter, em diferentes passagens da obra do autor, uma acepção relativa ou uma acepção absoluta, o que vale também para os termos de “infinito”, “desproporção” e “indivisível” na obra de Pascal. Além do valor de tal análise para os Pensamentos, ela se propõe mostrar certa proximidade estrutural entre as obras matemáticas e apologéticas de Pascal.