Avaliação da qualidade de vida e da perda urinária de mulheres com bexiga hiperativa tratadas com eletroestimulação transvaginal ou do nervo tibial

Trata-se de um ensaio clínico prospectivo comparativo que objetivou comparar os efeitos do tratamento com eletroestimulação transvaginal (ET) e do nervo tibial (ENT) sobre a qualidade de vida (QV) e queixas de perda urinária em mulheres com bexiga hiperativa. Participaram 42 pacientes com bexiga hip...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Franco, Maíra de Menezes, Souza, Flaviane de Oliveira, Vasconcelos, Elaine Cristine Lemes Mateus de, Freitas, Maurício Mesquita Sabino de, Ferreira, Cristine Homsi Jorge
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Fisioterapia e Pesquisa
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/12250
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/12250
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:fisioterapia
bexiga urinária hiperativa
estimulação elétrica
qualidade de vida
nervo tibial posterior
physiotherapy
overactive detrusor
electric stimulation
quality of life
tibial nerve
Descripción
Sumario:Trata-se de um ensaio clínico prospectivo comparativo que objetivou comparar os efeitos do tratamento com eletroestimulação transvaginal (ET) e do nervo tibial (ENT) sobre a qualidade de vida (QV) e queixas de perda urinária em mulheres com bexiga hiperativa. Participaram 42 pacientes com bexiga hiperativa ou incontinência urinária (IU) mista e foram divididas para tratamento com ET ou ENT. A QV foi avaliada pelo questionário de QV genérico, o Medical Outcomes Study Short Form 36 (SF-36) e um questionário específico para IU, o Incontinence Quality of Life Instrument (I-QOL). Os relatos de perdas urinárias e incômodos ocasionados foram avaliados, respectivamente, por meio do diário miccional de 24 horas e Escala Visual Analógica (EVA). O tratamento foi realizado uma vez por semana, totalizando doze semanas. O grupo da ENT teve melhora significativa em três domínios do I-QOL, na EVA, que avaliou o grau de incômodo causado pela IU e em quatro aspectos do diário miccional. No grupo de ET houve melhora significativa de dois domínios do SF-36, três domínios do I-QOL, na EVA e em quatro aspectos do diário. Houve melhora da QV em ambos os grupos, assim como uma diminuição das queixas de perda urinária, entretanto, o grupo que recebeu ET obteve melhora nos escores em dois domínios do questionário de QV genérico após o tratamento, que teve limitação por aspectos físicos e limitação por aspectos emocionais. O que não ocorreu com o grupo de ENT.