Mística como poética social. A fábula de Michel de Certeau.
O artigo busca apresentar Michel de Certeau através seus escritos que retratam a mística na modernidade. O autor francês tem uma visão original da experiência mística, pois essa é ligada no seu íntimo com a sociedade. A mística moderna é a presença de um Outro que guia o místico ao encontro dos «out...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) |
| Repositorio: | Teoliterária |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/42084 |
| Acceso en línea: | https://revistas.pucsp.br/index.php/teoliteraria/article/view/42084 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Michel de Certeau mística poética ética modernidade |
| Sumario: | O artigo busca apresentar Michel de Certeau através seus escritos que retratam a mística na modernidade. O autor francês tem uma visão original da experiência mística, pois essa é ligada no seu íntimo com a sociedade. A mística moderna é a presença de um Outro que guia o místico ao encontro dos «outros», uma experiência fundada sobre um fundamento poético e que abre espaço para uma poética da ética. São em inúmeros momentos que Michel de Certeau deixa isso claro: na sua análise da posição dos sujeitos actantes, nos Exercícios de Inácio de Loyola e no experimento que Nicolau de Cusa pede para ser realizado. Em todos esses momentos a mística e o espaço infinito da poética voltam a ser encontrar impulsionados pelo desejo de fundo de amar e ser amado do homem. |
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