Qualidade de sementes de milho colhidas em espigas com alto teor de água e submetidas à secagem com controle da umidade relativa do ar

No atual cenário agrícola sementes de milho são colhidas antecipadamente em espiga com alto teor de água, o que requer um planejamento do processo de recebimento e secagem, que visa levar o produto a um padrão de umidade adequado com a manutenção do seu estado fisiológico pós-colheita. Assim, objeti...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Ávila, Maria Alice Bento
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/49510
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/49510
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fitotecnia
Milho - Sementes
Sementes - Secagem
Milho - Pós-colheita
Sementes - Qualidade fisiológica
Taxa de secagem
Zea mays
Sementes - Armazenamento
Corn - Seeds
Seeds - Drying
Corn - Post-harvest
Seeds - Physiological quality
Drying rate
Seeds - Storage
Descripción
Sumario:No atual cenário agrícola sementes de milho são colhidas antecipadamente em espiga com alto teor de água, o que requer um planejamento do processo de recebimento e secagem, que visa levar o produto a um padrão de umidade adequado com a manutenção do seu estado fisiológico pós-colheita. Assim, objetivou-se no primeiro trabalho avaliar processos de secagens de sementes de milho em espiga com distintos controles e parâmetros em função das condições ambientais e taxas de secagens e a relação com a qualidade fisiológica. No segundo trabalho verificou-se os efeitos da temperatura e umidade relativa do ar durante a secagem sobre a qualidade fisiológica e sanitária de sementes de milho híbrido, colhidos em espiga. Para ambos os estudos foram utilizados os híbridos simples BM 709 PRO2 e BM 812 PRO2 colhidos em safras de inverno e verão, submetidos a dois métodos de secagem estacionária: o MT, com controle apenas da temperatura, constante entre 38ºC e 40ºC; MUR, com controle da umidade relativa entre 25 e 30%, e controle de temperatura máxima a 40°C. As sementes foram colhidas, em espiga, com 35% de umidade e foram secadas até 11%. O acompanhamento da secagem foi feito com avaliação da taxa de secagem ao longo do tempo e as condições psicrométricas ambientais. As sementes foram armazenadas em dois ambientes: em câmara fria e seca a 10ºC e 50% UR; e em câmara de 25C, sem controle de umidade relativa. A qualidade fisiológica das sementes foi avaliada no início do período de armazenamento e aos 4, 8, 12 e 16 meses para ambos os estudos. O experimento foi conduzido em delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x2x5, envolvendo métodos de secagem, ambientes e épocas de armazenamento, com quatro repetições. No primeiro trabalho, no verão, a metodologia com controle de umidade relativa mínima e temperatura máxima (MUR) propicia taxas de secagem maiores e consequente redução do tempo de secagem, sem prejudicar a qualidade fisiológica das sementes. O controle da umidade relativa do ar nos secadores é essencial para a secagem de sementes de milho. Concluiu-se no segundo trabalho que o controle de umidade relativa do ar mínima, entre 25 e 30%, além do controle da temperatura máxima 40°C, durante a secagem de sementes de milho colhidas em espiga é favorável a qualidade fisiológica e sanitária das sementes ao longo do armazenamento. O armazenamento em condições controladas de câmara fria (10ºC e 50% UR) promovem melhor manutenção da qualidade fisiológica das sementes de milho em relação ao ambiente climatizado (25°C), após 8 meses de armazenamento.