Lyon, das fontes escritas ao SIG histórico – método e exemplos de aplicação

O SIG histórico de Lyon foi desenvol­vido a partir do final da década de 1990, com o objetivo de chegar a um novo entendimento da transformação dos espaços urbanos e sociais pela espacialização dos dados à escala dos edifí­cios. Pensamos que, por tal salto na precisão de um fator 100, de uma subdivi...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Gauthiez, Bernard
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Instituto de Estudos Brasileiros (IEB)
Repositorio:Revista do Instituto de Estudos Brasileiros
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/119563
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/119563
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Historical SIG
historical geography
authorizations to build
buildings
silk trade
Lyons.
SIG histórico
geografia histórica
licenças de construção
imóveis
indústria da seda
Lyon
Descripción
Sumario:O SIG histórico de Lyon foi desenvol­vido a partir do final da década de 1990, com o objetivo de chegar a um novo entendimento da transformação dos espaços urbanos e sociais pela espacialização dos dados à escala dos edifí­cios. Pensamos que, por tal salto na precisão de um fator 100, de uma subdivisão por 36 bairros para uma por 3.500 edifícios no período moderno, o mapeamento levaria a novas perspectivas e no­vos resultados a história urbana. Isso envolveu o trabalho ao longo de dois séculos de documentos de arquivo, registros de impostos, censos, licenças de construção, alterações de propriedade, a fim de criar bases de dados criticamente pesquisados, seguidos por layers de SIG vetorizados. Foi neces­sário desenvolver um método para revelar a espa­cialidade implícita dessas fontes escritas, estabe­lecer um mapeamento da topografia, permitido pela reconstrução cuidadosa do padrão de trama da cidade, juntamente com sua variação antes de 1800, e levar em conta a transformação do espaço, estudado na escala real de investimentos indivi­duais, através das licenças de construção verifi­cadas com as construções ainda existentes, e o re­gistro administrativo.