Apagamento da oclusiva dental /d/ no morfema {-ndo} formador de gerúndio na fala envirense

O presente estudo descreve o processo de apagamento da oclusiva dental /d/ no morfema {-ndo} formador de gerúndio, sob a ótica da Dialetologia Pluridimensional e relacional de Thun (1996) que contempla à variação linguística em diferentes dimensões (diatópica, diazonal, diagenérica, diageracional, d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Araújo, Risonilde Clementino de, http://lattes.cnpq.br/9951244697775775
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/7407
Acceso en línea:https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/7407
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sociolinguística - Envira (AM)
Dialetologia - Envira (AM)
Língua portuguesa - Morfemas - Envira (AM)
LINGUÍSTICA: SOCIOLINGUÍSTICA E DIALETOLOGIA
Sociolinguística
Dialetologia Pluridimensional
Português amazônico
Morfema {-ndo}
Descripción
Sumario:O presente estudo descreve o processo de apagamento da oclusiva dental /d/ no morfema {-ndo} formador de gerúndio, sob a ótica da Dialetologia Pluridimensional e relacional de Thun (1996) que contempla à variação linguística em diferentes dimensões (diatópica, diazonal, diagenérica, diageracional, diastrática, dentre outras) e da Sociolinguística Variacionista de Labov (1972). A coleta de dados foi feita diretamente nos locais de estudo, bairro São Francisco e comunidade Marajá, utilizando-se de um questionário contendo 49 questões adaptadas do questionário fonético-fonológico já existente (AZEVEDO, 2013), com o intuito de descrever a realidade sociolinguística do município de Envira, localizado no Estado do Amazonas, com enfoque prioritário na identificação do processo de apagamento da oclusiva dental /d/ no morfema {-ndo}, morfe formador de gerúndio, resultando nas variantes [-nu] e [-ndu]. Foram selecionados 16 informantes, sendo 8 em cada ponto de inquérito, distribuídos em células sociais por sexo (mulher e homem); por faixa etária (18 a 30 anos e 50 a 65 anos); e por escolaridade (fundamental I – analfabeto ou no máximo o 5º ano e fundamental II – 6º ao 9º ano). Os dados foram analisados de forma quantitativa com ajuda do programa estatístico Goldvarb X e os resultados foram registrados em 13 cartas morfofonológicas.