Incidências da psicanálise na instituição : dispositivos clínicos para crianças e adolescentes com transtornos psíquicos graves
No presente artigo, apresentamos os resultados de nossa pesquisa sobre as incidências da psicanálise nas equipes que atuam em instituições que atendem crianças e adolescentes. As reflexões sobre essas incidências são desenvolvidas desde a perspectiva da possibilidade de proposição de dispositivos cl...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/262437 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/262437 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Psicose Autismo Adolescente institucionalizado Criança institucionalizada Clínica psicanalítica Clinical devices Social inclusion Inclusion Autism Psychosis Dispositivos clínicos Inclusión social Psicosis |
| Sumario: | No presente artigo, apresentamos os resultados de nossa pesquisa sobre as incidências da psicanálise nas equipes que atuam em instituições que atendem crianças e adolescentes. As reflexões sobre essas incidências são desenvolvidas desde a perspectiva da possibilidade de proposição de dispositivos clínicos para crianças e adolescentes com transtornos psíquicos graves. Nossa elaboração passa por um exercício da ampliação da práxis clínica psicanalítica que pode dar sustentação metodológica à proposição destes dispositivos clínicos. Nossa contribuição teórico-metodológica recupera o que Maud Mannoni (1988) denominou de “estouro” da instituição, praticado na Escola de Bonneuil desde 1969. Essa contribuição histórica repercute nos atuais processos da prática entre muitos. Essas práticas, realizadas atualmente em instituições no Brasil e em outros países, buscam orientar as intervenções não a partir das exigências dos especialistas, mas a partir da uma hipótese sobre a posição singular das crianças e adolescentes na relação como campo da fala e da linguagem. |
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