OBESIDADE, FAMÍLIA E TRANSGERACIONALIDADE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

A obesidade como doença crônica é considerada atualmente uma epidemia mundial. Este artigo apresenta uma revisão integrativa das produções científicas nacionais e internacionais sobre as relações entre obesidade, família e transgeracionalidade, com o intuito de compreender os fatores familiares que...

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Detalles Bibliográficos
Autores: CORADINI, ALINE ORLANDI, MORÉ, CARMEN LEONTINA OJEDA OCAMPO, SCHERER, ALESSANDRA D’ÁVILA
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Instituto Noos
Repositorio:Nova Perspectiva Sistêmica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistanps.com.br:article/298
Acceso en línea:https://www.revistanps.com.br/nps/article/view/298
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:obesidade
família
transgeracionalidade
genograma
relações familiares
Descripción
Sumario:A obesidade como doença crônica é considerada atualmente uma epidemia mundial. Este artigo apresenta uma revisão integrativa das produções científicas nacionais e internacionais sobre as relações entre obesidade, família e transgeracionalidade, com o intuito de compreender os fatores familiares que influenciam no processo de desenvolvimento da obesidade. Foi realizada busca nas bases de dados LILACS, Scopus, Web of Science e Medline, no período de 2006 a 2016. Foram utilizados os seguintes descritores: “Obesity”, “Family”, “Intergenerational relations”, “Generations”, “Genogram” e “Family Dynamic”. Após seleção de acordo com critérios estabelecidos, de um total de 384, foram incluídos 15 artigos que constituem o corpus do presente trabalho. Os resultados apontaram que ocorre a repetiçãoda obesidade entre as gerações e que o ambiente familiar e hábitos alimentares são fatores que influenciam o desenvolvimento da obesidade desde a infância. Destaca-se a escassez de estudos que abordem especificamente a relação entre a história dos vínculos afetivos familiares e o desenvolvimentoda obesidade. Conclui-se que há necessidade de uma maior produção científica em torno da compreensão dos padrões relacionais estabelecidos pela família ao longo do tempo, pois estes se constituem em recursos importantes de prevençãoe intervenção no contexto da obesidade.