African mahogany plantations: modeling growth and yield in Brazil

A Khaya ivorensis A. Chev. é uma espécie de origem africana e de cultivo recente no Brasil, não existindo até o presente, dados abrangentes sobre as tendências de crescimento da mesma. A decisão para a implantação de uma floresta leva em consideração diversos aspectos, dentre eles, a viabilidade eco...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Ribeiro, Andressa
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/12427
Acesso em linha:https://repositorio.ufla.br/handle/1/12427
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Recursos Florestais e Engenharia Florestal
Plantio florestal
Manejo florestal
Modelagem estatística
Forest plantation
Forest management
Statistical modelling
Descrição
Resumo:A Khaya ivorensis A. Chev. é uma espécie de origem africana e de cultivo recente no Brasil, não existindo até o presente, dados abrangentes sobre as tendências de crescimento da mesma. A decisão para a implantação de uma floresta leva em consideração diversos aspectos, dentre eles, a viabilidade econômica. Porém, para alcançar tal viabilidade, há a necessidade de desenvolver modelos que forneçam estimativas do crescimento futuro do povoamanto, a fim de compor um sistema de prognose para definir as melhores técnicas silviculturais. Portanto, a modelagem do crescimento e produção é crucial para atender os objetivos e a lucratividade almejada pelos gestores florestais. O presente trabalho propõe estudos referentes ao manejo florestal da espécie, ainda escassos na literatura. Os dados utilizados são provenientes de plantios instalados em diferentes regiões brasileiras. Os plantios utilizam espaçamento variando de 4x5 a 12x12 metros, com idades de 1,1 até 15 anos, a maioria com mensurações anuais iniciadas no ano de 2010. A primeira parte do trabalho é composta por um referencial teórico sobre o estado da arte da modelagem estatística nas ciências florestais e uma breve descrição sobre análise financeira. A segunda parte é composta por um artigo de revisão que discorre sobre o cultivo do mogno africano no Brasil e em outras partes do mundo. Um segundo artigo sobre modelagem hipsométrica, em que foram avaliados modelos matemáticos, sob diferentes métodos de ajuste, a fim de selecionar uma equação para predição da altura em plantios de mogno africano. Os resultados mostraram que o uso da modelagem mista com a correção da heterogeneidade de variância na regressão foi a melhor equação para estimativa da altura. O terceiro artigo aborda a avaliação de modelos de crescimento em altura dominante comparando modelos dinâmicos invariantes com a idade padrão e modelos estáticos (método da curva guia) para a classificação de sítio. O modelo de Lundqvist-Korf com o método da curva guia se mostrou eficaz, sendo recomendado para a classificação de sítios e para a predição de altura dominante em povoamentos de mogno africano. A amplitude dos índices de sítio, na idade de referência de 15 anos, foi de 17 a 33 metros. O quarto artigo se refere a um sistema de equações desenvolvidas para prognose do crescimento e produção do mogno africano por classe diamétrica, em que o método da recuperação de parâmetros foi utilizado , em conjunto à função de densidade de probabilidade de Weibull, para estimativa do volume e da área basal. E, por fim, o quinto artigo trata da análise financeira da implantação do mogno africano no Brasil, avaliando três situações de manejo (sem desbate, um desbaste ou dois desbastes) e os riscos envolvidos na atividade, bem como o reflexo destes no valor presente líquido (VPL) do empreendimento para as cinco classes de produtividade.