Diversidade fúngica, análise polifásica do gênero Fusarium e determinação de desoxinivalenol e zearalenona em grãos de trigo de diferentes regiões do Brasil.

O presente trabalho visou utilizar o perfil polifásico, envolvendo características fenotípicas e genotípicas, na identificação de Fusarium spp. isolados de grãos de trigo como também investigar a presença das principais toxinas: desoxinivalenol e zearalenona nos grãos de trigo de três regiões produt...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Tralamazza, Sabina Moser
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-06102015-190949
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42132/tde-06102015-190949/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fusarium
Deoxynivalenol
Desoxinivalenol
Fungi
Fungos
Trichothecenes
Tricotecenos
Trigo
Wheat
Zearalenona
Zearalenone
Descripción
Sumario:O presente trabalho visou utilizar o perfil polifásico, envolvendo características fenotípicas e genotípicas, na identificação de Fusarium spp. isolados de grãos de trigo como também investigar a presença das principais toxinas: desoxinivalenol e zearalenona nos grãos de trigo de três regiões produtoras de trigo (São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul). Nossos resultados indicaram que os gêneros mais frequentes no trigo foram Alternaria, Fusarium e Epicoccum. A determinação do genótipo por qPCR demonstrou predomínio de 15-ADON seguido por NIV e 3-ADON. A quantificação de DNA demostrou que o perfil 15-ADON foi responsável por 96% de todo DNA quantificado, seguido por NIV com 3.84% e 3-ADON, com somente 0.06%, indicando que 15-ADON, é o principal genótipo de tricoteceno nos grãos de trigo nacional. A toxina desoxinivalenol foi detectada em todas amostras analisadas, com mediana de 323, 466 e 783 µg/kg em SP, PR e RS, respectivamente. A determinação de zearalenona demonstrou contaminação em 100%, 80% e 42% dos grãos dos Estados do RS, PR e SP e medianas de 843, 100 e 14 µg/kg, respectivamente.