Gargalos à expansão da produção e comercialização do algodão agroecológico : o caso de uma associação de produtores familiares no nordeste do Brasil
O objetivo deste estudo é identificar gargalos à expansão da produção e comercialização do algodão agroecológico produzido por agricultores familiares do Nordeste do Brasil integrantes da Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá – Ceará (Adec). Na realização do estudo observou-se...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/122653 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/122653 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Algodão Agroecologia Agricultura familiar Economia solidária Produção agrícola Comercialização Brasil Agroecological cotton Bottlenecks Solidary economy Fair trade |
| Sumario: | O objetivo deste estudo é identificar gargalos à expansão da produção e comercialização do algodão agroecológico produzido por agricultores familiares do Nordeste do Brasil integrantes da Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá – Ceará (Adec). Na realização do estudo observou-se a abordagem qualitativa, com coleta de dados por meio de entrevistas e nas Web Pages de organizações envolvidas nessa atividade. Como principais resultados, o estudo mostra que os compradores de algodão agroecológico da ADEC são empresas que compõem a Rede Justa Trama e a Veja (empresa francesa que utiliza o produto para a produção de tênis e confecções com apelos de comércio justo). Há evidências de que a escala se constitua em um gargalo para a expansão da produção e comercialização deste produto. A regularidade da produção, na Adec, é fortemente influenciada pela rotatividade de agricultores na produção do algodão agroecológico, assim como por questões climáticas. Já a falta de formação de capital de giro seria um gargalo preponderante para o financiamento da produção. O preço, no momento do levantamento dos dados, era de R$ 25,00 por arroba e era válido desde 2006. Como principal contribuição o estudo evidencia a estratégia do Grupo de Agroecologia e Mercado, que se articula enquanto elemento inovador no que diz respeito à forma de organização da produção do algodão agroecológico e na formação de preços para o mesmo. |
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